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provocar as aparições fluídicas ou tangíveis, visíveis para os assiste

Jornal de Espiritismo nº 50 · Janeiro 2012Página 154 min

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m provocar as aparições fluídicas ou tangíveis, visíveis para os assistentes. Muito raros. Mais tarde, o espírito André Luiz, no livro «Nos Domínios da Mediunidade», vem-nos descrever e definir os bastidores duma reunião mediúnica destinada a essa fenomenologia: «Colaboradores desencarnados extraíam forças de pessoas e coisas da sala, inclusive da Natureza em derredor, que casadas aos elementos de nossa esfera faziam da câmara mediúnica precioso e complicado laboratório.»

Lembramos que Allan Kardec no seu tempo não teve a oportunidade de estudar médiuns de efeitos físicos da grandeza de Mirabelli, Florence Cook, Eusapia Palladino, Elizabeth d'Espérance, pois que o seu trabalho tinha por objectivo trazer à Terra a sabedoria do Espírito da Verdade e da sua falange. Os grandes médiuns de efeitos físicos viriam mais tarde e seriam estudados por outras

daquilo que não quer reconhecer.

“Os Outros” está categorizado como um filme de terror/suspense, e é sem dúvida alguma um dos melhores filmes do género que foram produzidos nos últimos anos. Mergulhado em permanente penumbra, envolvido por um ambiente sombrio que chega a tornar-se sufocante, onde somos apenas iluminados pela frágil luminescência das velas, o enredo ameaça-nos de uma forma permanente com a expectativa daquilo que imaginamos que se esconde do outro lado de uma porta, prolongando o mistério para além daquilo que desejaríamos, bem ao jeito de Alfred Hitchcock.

Mas “Os Outros” não é apenas um filme de suspense, é muito mais do que isso. É uma proposta de reflexão sobre a vida e sobre o que idealizamos como realidade. Através da perturbação e efeito arrebatador criado pelo filme, somos convidados a meditar em quem são aqueles que denominamos “mortos”, em como as suas dores morais são feridas abertas cravadas de uma forma tão intensa na sua vivência espiritual, e como o mundo dos vivos e o dos mortos, apesar de pertencerem a dimensões diferentes da vida, possuem pontos de contactos tão íntimos.

Um dos aspectos de maior profundidade do filme é sobre os tentáculos da ilusão.

personalidades como William Crookes, César Lombroso, Camille Flammarion, Charles Richet, Alexandre Aksakof, Albert de Rochas, etc. No entanto, o sábio de Lyon teve a oportunidade de assistir em 1860 a pelo menos uma sessão, de Daniel Dunglas Home, quando este médium passou por Paris.

Este livro é constituído por diversos testemunhos de pessoas idóneas que assistiram aos fenómenos, nomeadamente do Dr. Carlos Imbassahy [1883-1969]).

O autor, Lamartine Palhano Júnior foi licenciado em Biologia, especializado em Microbiologia. Abraçou a Doutrina Espírita, desde a juventude, tendo desempenhado vários cargos e encargos, em diversas instituições espíritas. Esteve sempre muito activo nas tarefas de evangelização de adultos, jovens e crianças. Fecundo estudioso e pesquisador da História do Espiritismo, deixou-nos entre muitas outras obras: «Eusapia, a Feiticeira"», «Dossiê, Peixotinho».

Por Cartlos Alberto Ferreira

e do que fazer para serem ultrapassados os medos que nos prendem a essas ilusões. As casas assombradas existem? Existem evidências suficientes que sustentam a sua existência. São lugares envolvidos pela ilusão, consequência da ausência de vontade para enfrentar outras realidades, por vezes tão pungentes que preferem ignorar. Com

a morte do corpo físico, muitos Espíritos mantém-se inflexíveis nos seus hábitos, nos seus apegos, nas suas rotinas, nos seus deSejos e ilusões, querem tanto acreditar que nada mudou que é mesmo esse ambiente que criam mentalmente à sua volta desperdiçando ternpo precioso que poderia ser dedicado ao seu crescimento e correcção. Presos a idelas fixas de que não abdicam, vivem numa angústia constante, muitas vezes revoltados, furiosos, padecendo das mesmas dores, incapazes de se libertarem das mesmas ideias gastas e envelhecidas, impotentes para largarem as mesmas culpas, e 05 mesmos erros.

Ficarão assim eternamente? Conseguirão libertar-se à medida que as incongruências entre as suas Ideias fixas e a realidade lhes forem mostradas claramente, ganhando coragem para enfrentarem o que não querem reconhecer, ficando assim mais preparados e despertos para enfrentarem as novas oportunidades que a nova condição espiritual coloca à sua disposição.

Por Carlos Miguel : . JORNAL DE ESPIRITISMO - 50 - janeiro | fevereiro 2012

Isabel Martins, 59 anos, é professora e colabora há décadas com a Associação Espírita de Lagos.

Como conheceu o espiritismo?

Isabel MartinsEm 1978, salvo erro, fui assistir a uma conferência do prof. Henrique Rodrigues, em Portimão, sobre a fotografia Kirlian. O tema agradou-me muito. Mais tarde vi o anúncio de uma palestra, na Associação Espírita de Lagos. Procurei informar-me do endereço junto de um amigo que já me tinha falado de Espiritismo. Ele convidou-me para ir com ele assistir à palestra e, no fim, convidoume a continuar a assistir às palestras de terça-feira. Fiquei até hoje.

O Espiritismo modificou a sua vida? Isabel MartinsSim, ajudou-me a compreender o porquê de algumas experiências da minha vida que não tiveram o desfecho que eu esperava. À leitura do livro «O Evangelho segundo o Espiritismo» ajudou-me e continua a ajudar a perdoar àqueles que têm um comportamento menos correto para comigo. Acima de tudo, é a bússola que me indica o rumo certo a seguir e me dá forças para não desistir do caminho traçado e a enfrentar com paciência os embates da vida, compreendendo que ninguém é perfeito e todos estamos num processo de aprendizagem.

Que livro espírita anda a ler neste momento?

Isabel MartinsAcabei de ler o livro “La Fontaine e os problemas humanos” de Francisco do Espírito Santo Neto.

É um livro que nos ajuda a compreender a origem dos vários tipos de compor