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Breves (pág. 7)

Jornal de Espiritismo nº 73 · Agosto 2015Página 72 min

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Festival Árias de Mudança Dia 12 de setembro a Associação Cultural Espírita “Mudança Interior” (ACEMI), de Vale de Cambra, ofereceu à sua cidade mais um festival de artes de palco. Pelo oitavo ano consecutivo o Festival Árias de Mudança, uma vez mais contou com um programa variado. Na primeira parte do espectáculo actuou o Grupo de Teatro Espírita Mário e Mudança Interior representando uma emocionante peça de temática espírita, do total agrado do público presente.

Seguiu-se a magia oriental por Betony e Margarida da Associação ”Harmonia”, com um número de ilusionismo cheio de originalidade e mistério. O canto lírico esteve representado pelo Duo “EnCanto”, com Luís Peças e João Paulo Ferreira, que cantaram “Panis Angelicus”, Lascia Ch´io e terminaram com “Ave Maria”, tendo sido brindados com fortes aplausos, pelo excelente trabalho apresentado. Presença já habitual neste festival é o “Cavatina” - Grupo de Música da ACEMI, que, com temática espírita, tão bem continua a representar a música ligeira.

E sem darmos pelo tempo passar, chegámos ao Intervalo. A 2.ª parte abriu com a Música Tradicional Portuguesa pelo CantoCambra, Grupo da Casa do Professor e da Universidade Sénior de Vale de Cambra, que dignamente representaram o folclore na sua expressão mais nobre – A música tradicional. A Magia cómica esteve também presente e António Bento( Betony) com o “Professor VicenteO Vidente” conseguiu, nas transições entre números, pôr todo o público a rir.

Os dois momentos finais foram dedicados, à Dança Contemporânea com Margarida Azevedo, que coreografou os “Mysticus” e à Meditação com a cantora Cati Freitas, que transportou o público através da palavra e da música para um momento de serenidade, antes do regresso a casa. Terminado o festival, a ACEMI ofereceu aos participantes e trabalhadores da Casa um agradável jantar-convívio. Os risos francos dos mais jovens enchiam a sala, e o dos menos jovens retratava histórias que os anos e a experiência da vida se encarrega de sedimentar.

Fizeram-se novos amigos, trocaram-se contactos, descobriu-se que o mundo é pequeno em agradáveis coincidências, que as não há, como diz o ditado. Por fim, resta dar os parabéns a quem organizou tão trabalhoso evento. Que com a permissão de Deus possamos desde já dizer: “Para o ano há mais.” Por Margarida Azevedo foto arquivo NOVEMBRO.DEZEMBRO.