editorial Projecto Como é do conhecimento geral, a Associação de Divul
Jornal de Espiritismo nº 1 · Novembro 2003Página 25 min
Como é do conhecimento geral, a Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portu%al é uma associação igual a todas as outras existentes, e só, cujas actividades estão mais voltadas para a área da comunicação e divulgação, exercidas, não através de um espaço físico, que não possuímos (esta a única diferença em relação às demais associações que existem), mas através da internet e deslocando-nos aos locais específicos: associações, através de palestras, seminários, debates; realização de colóquios, normalmente organizados por associações nas várias zonas do país; rádios e televisões, através de entrevistas, debates, artigos, etc.
No desenvolvimento destas actividades com os companheiros de ideal, e também fora do movimento, apercebemo-nos, e duma forma crescente, da necessidade e utilidade da existência de mais imprensa espírita. À semelhança do que acontece noutros países, nomeadamente no Brasíll,) nossa referência mais conhecida, concluímos que seria muito positivo se o nosso movimento pudesse editar mais revistas e jornais, não desmerecendo, é evidente, os já existentes, mas contribuindo para uma maior divulgação do Espiritismo, dentro e fora das suas fileiras.
A ADEP — tendo como objectivo primeiro a divulgação, desde a sua formação, em Julho de 1999 — trabalha para a realização desse projecto. Mais do que isso, estabeleceu como prioridade o lançamento de um jornal. Vencidos vários obstáculos, nomeadamente os de carácter financeiro, aqui estamos a apresentar-vos este projecto, não o projecto da ADEP, mas o â&ro]ecto de todos os espíritas, onde todos nos sintamos envolvidos, contribuindo, cada qual com o seu óbolo, para o engrandecimento da doutrina que queremos ver cada vez mais divulgada e dignificada.
Vamos, pois, ter mais um jornalJORNAL DE ESPIRITISMOque, estamos certos, vai ser acarinhado e divulgado por todos nós, pois todos somos poucos para desempenhar tão nobre, quanto oportuna, tarefa. O seu primeiro número sai agora, com publicação bimestral. Muito mais nos agradaria uma publicação mensal, mas, especialmente nos primeiros tempos, não é possível suportar tantos gastos.
Nesta medida, contamos com o vosso empenhamento e colaboração e cremos que muito breve teremos as condições favoráveis para que o jornal passe a uma periodicidade mensal.
Certos de que todos estamos a contribuir para o crescimento moral e espiritual das pessoas, aqui vos deixamos o nosso agradecimento, sempre tendo como bússola Jesus, o maior divulgador das verdades eternas, da nossa abençoada doutrina.
A publicação intitulada “Jornal de Espiritismo” é propriedade da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal e tem por principal meta a divulgação de notícias e informações que se liguem com a divulgação do espiritismo (a doutrina codificada por Allan Kardec), englobando ainda um grande número de temas analisados na óptica espírita enquanto artigos de opinião, bem como o que acontece no movimento espírita.
Este jornal estabelece um vínculo com os seus leitores oferecendo-lhes uma informação isenta, clara e objectiva, respeitando os princípios deontológicos, pluralistas e democráticos, numa actividade independente de influências partidárias políticas ou religiosas, de forma a que também possa prestar o melhor contributo possível no sentido do progresso das ideias, em níveis sociais e educacionais do país.
Sendo o “Jornal de Espiritismo” um órgão de informação que privilegia as áreas que visualizam o ser humano como um todo, físico e espiíritual, visa também abordar diversos temas que interessam ao público em geral, de todas as idades.
O “Jornal de Espiritismo” quer também integrar o debate das questões de fundo que se colocam à sociedade portuguesa, em perspectivas próximas da área da filosofia espírita, e inclusive estender-se ao espaço mundial da Lusofonia. A existência de uma opinião pública informada, activa e interveniente é uma característica essencial das sociedades esclarecidas e da dinâmica de uma mentalidade aberta, fazendo com que o trânsito da informação não se iniba diante de fronteiras regionais e culturais.
Do ponto de vista editorial e gráfico, seguindo critérios rigorosos e criativos, o “Jornal de Espiritismo” faz questão de respeitar todos os parâmetros deontológicos da Imprensa eaética profissional, sem abusar da boa fé dos leitores ou deturpar a informação, e garantindo a sua independência nas vertentes ideológicas, políticas e económicas.
Inspirando-se na importância do autoconhecimento, ao descodificar uma informação diversificada, o "Jornal de Espiritismo” entende que as novas possibilidades técnicas da informação, seja na óptica tradicional seja na óptica das novas tecnologias da informação, implicam um jornalismo intensamente dinâmico, imaginativo, em permanente comunicação com os leitores, no pressuposto de uma interactividade constante entre ambos os interlocutores.
“Jornal de Espiritismo” é uma publicação receptiva a colaborações diversas. Porém, reservase o direito de aceitar ou rejeitar colaborações que lhe sejam enviadas. Caso as aceite, sempre que conveniente por razões gráficas, de espaço limitado ou outras , poderá resumir essas mesmas colaborações.
Este jornal organiza-se através da existência de um Director, de um Coordenador e de uma rede de colaboradores diversos, tanto na área da escrita, quanto na da fotografia, do grafismo e internet.
Registado no Instituto da Comunicação Social com — Administração e Redacção on.º 124325 ADEP
Fotografias: Arquivo Apartado 244 Propriedade — ” 2500-911 CALDAS DA RAINHA êsãºmªlçàc de Divulgadores de Espiritismo de Assinaturas 'ortugal i NIPC 504 605 860 —!A%r':ãlagã 156552'""5"10 Apartado 244 P 4711-910 BRAGA 2500-911 Caldas da Rainha E-mail
E-mail: adep(Qadeportugal.org jornal&adeportugal.org http:/Mww.adeportugal.org Conselho de Administração Maquetagem Noémia Margarido, Isaías Sousa
Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a ferir-se, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou durante horas, enquanto o camponês pensava em como o poderia ajudar. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o burro já estava muito velho e que o poço já estava seco, precisava de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou os vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou numa pá e começou a deitar terra dentro do poço. O asno não tardou a aperceber-se do que lhe estavam a fazer, e zurrou desesperadamente.
Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra com que levou em cima. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e surpreendeu-se com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que descia ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali a trote.
A vida vai atirar-lhe muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do buraco é sacudir a terra com que se leva e dar um passo em cima dela. Cada um dos problemas que nos procuram é degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos fossos se não nos dermos por vencidos: usemos a terra que nos atiram para seguir adiante!
Recorde-se das 5 regras para se ser feliz:
1.º Liberte o seu coração do ódio.
2.º Liberte a sua mente de preocupações exageradas. 3.º Simplifique a sua vida.
5.º Ame mais e... aceite a terra que lhe atiram, pois ela pode ser uma solução, não um problema.

