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Jornal de Espiritismo nº 13 · Novembro 2005Página 13 min
O INCONSCIENTE E O ATEÍSMO CONTEPORÂNEO Segundo o criador da psicanálise, o inconsciente seria o principal, quase único, determinante de todo o nosso psiquismo, normal e patológi- co. Iso Jorge, psiquiatra e professor universitário, fala-lhe do contributo dado pela doutrina espírita a este tema. Pág. 4 IRVÉNIA PRADA: VETERINÁRIA… E ESPÍRITA Professora catedrática da Universidade de São Paulo, Brasil, esteve em Portugal há um ano, onde palestrou na sua área profissional e no movimento espírita.
Esta autoridade em neuroanatomia animal publicou já vários livros espíritas de primeira água. Veja as respostas nesta entrevista exclusiva ao Jornal de Espiritismo… Pág. 10 ENTREVISTA COM OUTONO: O SONO DOURADO DA NATUREZA Cada estação do ano é única. A vida humana também tem as suas esta- ções, devendo ser compreendidas e encaradas a partir dos seus contras- tes, para que a esperança desponte em primaveras de evolução...
Pág. 13 ESPÍRITAS HISTÓRICOS: MARIA VELEDA (1871-1955) Professora, feminista, republicana, livre-pensadora e espiritualista foi descoberta por Sílvia Antunes na Internet a partir de um artigo resultante da acurada pesquisa de Natividade Monteiro. Pág. 14 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIVULGADORES DO ESPIRITISMO No Brasil há umas 15 Associações de Divulgadores! A primeira conta décadas de trabalho, mas começou por ser uma associação de jornalis- tas e escritores espíritas.
Nesta ed- ição iniciámos uma série de artigos a fim de lhe apresentar esta modali- dade perfeitamente responsável e legítima de serviço espírita… Pág. 18 Espiritismo NOVEMBRO . DEZEMBRO Jornal de Ano III | N.º 13 | Jornal Bimestral da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal | Director . Ulisses Lopes | Preço € 0.50 Dois anos contados Já os nossos avós falavam do sopro do tempo, rápido e discreto, desenrola a vida de cada um em ritmos de aprendizado sucessivo.
No geral, todos já sentimos isso, mais a partir dos 20 anos de idade. Mas o facto do tempo subjectivo torna-se acutilante ao olharmos para um ontem próximo em que, com o apoio de alguns patrocínios e da sua atenção, subitamente vemos que o «Jornal de Espiritismo» já faz nesta edição o seu 2.º aniversário! Assim sendo, há que preparar presentes para quem justifica esta publicação: os Senhores e Senhoras que o lêem. E o primeiro passo, no caminho do que lhe gostávamos de oferecer, é este grafismo mais profissional.
Isto viabilizou-se com a colaboração do Pedro. Com a sua arte, ele vai passar a levar até si a informação dos nossos colaboradores numa apresenta- ção melhorada, mais atractiva. Verá isso à medida que o folheia, mas antes, não conseguirá ignorar a mudança no formato do título, que busca dar a este jornal uma identidade mais distinta. O segundo presente que lhe queremos oferecer, nesta e em edições futuras, é sem dúvida a progressiva melhoria de forma e conteúdo.
Páginas mais luminosas, que consigam fazer alguma diferença, apesar das nossas limitações, entre o seu estado de espírito antes e depois de o ler. Sim, porque o farol que nos orienta, numa vida que ondeia entre procelas e bonanças, é o espiritismo, essa doutrina baseada em factos que acompanham o ser humano na história de desaires e conquistas, num so- matório reportado na aquisição de maiores tesouros de amor e sabedoria à medida que mais se caminha na direcção certa.
Haverá secções novas que irão aparecendo na medida da dedicação dos nossos colab- oradores. Mas uma inicia agora*: embora em Portugal só exista uma associação de divulgadores de espiritismo (a ADEP), no Brasil há inúmeras, também atendendo à extensão do seu território gigantesco; e o certo é que isso é visto com uma naturali- dade notável. Ao longo de várias edições ir-lhe-emos apresentando um bom número delas. Seja como seja, velam por todos as leis naturais com que Deus nos envolve na vida, com a garantia de que as nossas dores e os nossos erros não se justificam na conduta alheia, assim como as nossas alegrias mais legítimas e progresso interior se devem a nós próprios com a ajuda de quem nos apoia para um porvir melhor.
E é por isso que nos cabe agradecer tam- bém a eles, aos benfeitores espirituais, sem cujo amparo do Invisível decerto estaríamos muito além dos resultados já obtidos. Fique, assim, com estas páginas, e nessa leitura decerto conseguirá ouvir um muito obrigado! pela companhia que nos dá… Texto: Jorge Gomes * Página 18.
