breves jornalísticos”, de forma a que o redactor possa adaptar-se a di
Jornal de Espiritismo nº 2 · 2004Página 54 min
jornalísticos”, de forma a que o redactor possa adaptar-se a diferentes situações e leitores: política, arte, eventos, etc.
Estiveram presentes pessoas de vários pontos, inclusive um participante das Caldas da Rainha e outros de Espanha, que se deslocaram ao Porto propositadamente para o curso oferecido pelo CECA.
“Foi um curso muito bom que deu técnicas específicas de como arranjar uma notícia para um jornal”, contou-nos Rámon González, de Vigo.
No final, os participantes reuniram-se em grupos para fazer um trabalho sobre os conhecimentos adquiridos no curso. Esse texto
foi lido e avaliado pelos presentes, na perspectiva de que aprender é um processo contínuo, no qual jamais se atinge a meta final.
Texto: Cátia Martins, Cecília Morais, Ester Pinto, Jani Martins, Rámon González
LISBOA: A MEDIUNIDADE E A SOCIEDADE
O Centro Espírita Perdão e Caridade* promove todos os primeiros domingos de cada mês as suas "Exposições Temáticas”. Começaram já em 2 de Novembro, às 17h00, com o tema “A mediunidade e a sociedade”, por Daniel Nobre. Apelam: “Participe nos Diálogos Espíritas. Vamos conhecer, em debate aberto e construtivo”.
* R. Presidente Arriaga, 124 em Lisboa." Telef: 21/3975219.
A Associação Espírita Maria de Nazaré, com sede actual na Rua António Feliciano de Castilho (Ninho d'Águia), em Águeda, concretizou um "SERÃO ESPÍRITA", no dia 22 de Novembro, que iniciou às 21h00. O evento teve lugar no complexo hoteleiro Quinta do Regote e o objectivo principal foi o de angariar
fundos para a nova sede, que se encontra em fase de construção.
O programa incluiu uma palestra de Isabel Saraiva, da Associação Espírita de Leiria e canções espíritas pelo Coral da Associação Espírita Maria de Nazaré, bem como a participação do cantor Alcindo Antunes e do Grupo Folclórico "As Capuchinhas" (S. João do Monte).
FEIRA DO LIVRO ESPIRITA: NOVA SAGRES
A Associação Grupo de Estudos Espíritas Nova Sagres* promoveu a [ Feira do Livro Espírita, dia 29 de Novembro, nas suas instalações. O objectivo foi a divulgação da doutrina e do livro espírita. Estiveram à disposição dos interessados largas centenas de livros, nomeadamente as obras da codificação espírita, outros livros fundamentais para o estudo da doutrina espiritista, a obra de André Luiz, de Emmanuel, de Joana de Ângelis, entre muitos outros autores espirituais. * Na Praça do Município n.º 45, 2º Esquerdo Traseiras - 4470-202 MAIA (frente à Câmara Municipal da Maia), nova.sagres(Qnetcabo.pt Fonte: Agostinho Barros
Bragança recebe o próximo encontro nacional de jovens em Abril, dias 16 a 18, e lança o tema «Deus: causa primária».
Organizado pelo Grupo de jovens da Associação de Estudos Psico-Espirituais de Bragança, o XXI Encontro Nacional de Jovens Espíritas (ENJE) dá sequência a uma série de encontros que ultrapassa gerações.
À média actual de um por ano, o certame de 2004 propõe os
seguintes subtemas: o que é Deus e os atributos da divindade, evolução do pensamento religioso, relação da criatura com o criador, intervenção dos espíritos no mundo corporal, fluidos e perispírito, o espaçoeo tempo, amor ao próximo e perfeição moral.
Em circular datada de 6 de Novembro de 2003, convidam «todos os jovens do país a participarem com trabalhos doutrinários ou culturais». O ENJE inícia dia 16 de Abril, às 22h00.
Os encontros nacionais de jovens espíritas são um caso peculiar no movimento. Não nos enganaremos
muito se dissermos que atravessou já três gerações.
Sim, porque o primeiro data de 1985, nos dias 27 e 28 de Julho de 1985. Não havendo auditório disponível de associação espiírita das redondezas de Águas Santas (Grande Porto), uma associação recreativa que ainda hoje existe, «Os Restauradores de Brás-Oleiro», cedeu as suas instalações e o então chamado Minicongresso de Jovens Espíritas surgiu, como uma autêntica bola de neve... até hoje, e vamos ver até quando.
O leitor perguntará nesta altura: então qual foi a origem destes encontros nacionais de jovens?
E, porque fomos dos que estiveram na organização do primeiro, diremos que vem de longe, como se disse, de 1985. O primeiro chamou-se Minicongresso e surpreendeu o movimento não-jovem, a uns pela positiva (os que assistiram) e a outros pela negativa. Seja como seja, uma coisa é certa: não havia espartilhos! Qualquer jovem, espírita ou não (embora fosse completamente improvável que os não espíritas aparecessem), ligados a associações espíritas ou não, fossem estas federadas ou não, poderia assistir, sendo contudo os temas antes vistos,
«A data-limite para a entrega dos trabalhos escritos e comunicação dos trabalhos culturais é de 29 de Fevereiro de 2004, sendo o tempo máximo disponível para apresentação de 15 e 20 minutos respectivamente», informam.
«A data-limite para inscrição é de 31 de Março de 2004, só sendo estas aceites através de Associações Federadas, com o preenchimento da ficha de inscrição», adiantam em segunda circular. O evento irá realizar-se no Hotel S. Lázaro,
sem carimbo de censura, já que o debate poderia esclarecer dúvidas e incoerências. Com o tempo os ENJE impuseram-se e os contestatários tiveram que apanhar o comboio que já ia bem lançado. Apareceu como um movimento formalmente «marginal» à Federação da época, no entendimento do colectivo que foi o conselho directivo de então. Talvez o amplo horizonte de liberdade fizesse confusão. Afinal nada que não se resolvesse, mas só no 3.º ENJE. O primeiro passo foi sugerido logo no dito minicongresso não oficialmente
Contacto: XXI ENJERua Prior do Crato, 3 — Bairro de S. Sebastião — 5300 Bragança. Email: xxi enje&sapo.pt -
por um homem de bom senso reconhecido, então vicepresidente do conselho directivo da Federação Espírita Portuguesa, Manuel dos Santos Rosa, que, comparecendo não oficialmente ao evento, sugeriu que se passassem a chamar não minicongressos mas sim encontros macionais, por questões regulamentares federativas.
De início, por um par de anos, os ENJE eram semestrais. Depois passaram a ser anuais. Eis as datas, locais e organizadores dos primeiros: 1.º Minicongresso, 27/28 de Julho de 1985, subúrbio do

