Seminário de Pedagogia Espírita
Jornal de Espiritismo nº 32 · Janeiro 2009Página 205 min
Última Cartoon SEMINÁRIO DE PEDAGOGIA ESPÍRITA O I Seminário de Pedagogia Espírita que se realiza no dia 24 de Janeiro, na Fa- culdade de Letras da Universidade do Porto, terá um programa de actividades atractivo. A APPE escolheu o tema “Educar para a Mudança”. Quem se quiser inscrever pode fazê-lo directamente pelo site da instituição que o organiza (www.apedagogiaespirita.org), a Associação Portuguesa de Pedagogia Espírita (APPE).
Após a inscrição cada participante deve seleccionar o workshop em que se inscreve. A entrada para o seminário é de 5 euros, tendo como limite de ins- crições 100 participantes. Eis o programa: 9h-9h30m – Recepção. 9h30m – Abertura. 9h45m – “História da Educação Espírita” pela educadora Regina Figueiredo. 10h15m – “Aplicação da Pedagogia Espírita na Escola” pelo professor Hugo Gonçalves. 10h45m – Coffee-break. 11h15m – “A Pedagogia Espírita no Brasil”, descrição de activi- dades por uma colaboradora da ABPE-Associação Brasileira de Pedagogia Es- pírita.
11h35m – “O professor em tempos de mudança: algumas estratégias de bem-estar e realização profissional” pela professora Luísa Cristina Fernandes. 12h00 – Projectos educacionais Inovadores: “Escola da Ponte”, pelo coordena- dor da escola, professor Cristiano Silva. 12h30m – Objectivos e dinâmica dos workshops. 12h45m – Interrupção para almoço. 14h30m – Workshops: Educa- ção para a morte, orientado pelos prof. José Castro e António Miranda; Educar com Amor, orientado pela educadora Regina Figueiredo e pela professora Ana Neves; Arte em Movimento, orientado pelo educador Daniel Saião e pelo pro- fessor Hugo Gonçalves; Diálogo Inter-Religioso, orientado pelas professoras Vânia Ribeiro e Andreia Teixeira.
16h30m – Coffee-breack. 17h – Debate com todos os participantes. 18h – Encerramento. Para mais informações: www. apedagogiaespirita.orgapedagogiaespirita@gmail.comtelef : 922 134 011. CONCENTRAÇÃO E MEMÓRIAS AFECTIVAS O Núcleo de Estudos Espíritas de Barcelos, na Rua Fernando de Magalhães, n.º 53, promove uma conferência subordinada ao tem a «Concentração e memó- rias afectivas», no último sábado de Janeiro, dia 31, pelas 21h30.
Esta palestra insere-se num ciclo intitulado MOMENTOS DE SABEDORIA, orga- nizado com variadas participações pela associação anfitriã. Desta vez, o expositor é Jorge Gomes, vice-presidente da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (ADEP), formador e editor do «Jornal de Espiritismo». Mais informações podem ser prestadas por António Teixeira / 96 121 84 94 – neebarcelos@hotmail.com. JÁ CONHECE? António Augusto Pinho da Silva, já conhece este nome?
Então vamos apresentá-lo, ei-lo: inicia sua caminhada em busca da iluminação interior no catolicismo, até que um dia descobre a Dou- trina Espírita, ali mesmo, na Associação Espiritualista de Viseu e aconselhado por pessoa amiga atravessa a porta daquela instituição, no dia um de Fevereiro do ano de 2001. Primeiro desconfiado, como ele mesmo afirma, muito embora conhecesse a mediunidade e aceitasse a reencarnação, mas foi ficando, ouvindo, estudando, participando para o que era convidado, mostrando-se disponível.
Em Viseu organizou sua vida familiar, mas a vida levou-o para Vale de Cambra onde sente que é hora de fundar um centro espírita. É assim que em Outubro de 2006 o Movimento Espírita em Portugal passa a contar com mais um local, donde jorra a Doutrina Espírita para esclarecer, iluminar consciências e ajudar a levantar os caídos na dor, no desespero e na desesperança. É casado, tem quatro filhos e está com meio século de existência terra, em termos culturais, estudou filosofia.
Vontade de fazer e realizar dentro da divulgação da doutrina, resolve organizar o primeiro encontro de música espírita, ali mesmo, em Vale de Cambra. E o Movimento correspondeu ao chamado. Ouviram- Seja Benemérito do Jornal de Espiritismo Saiba como em: Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal, JE, Apartado 161 – 4711-910 BRAGA adep@adeportugal.org www.adeportugal.org telem. 938 466 898 se vozes, ouviu-se música, viu-se a vontade de trabalhar na Arte do canto da música e da dança dos espíritas que sabem que a Arte é uma das formas mais inteligentes e sensíveis de se chegar ao coração das pessoas e de se fazer divulgação da doutrina.
Quisemos então saber de sua posição em relação à música e fomos esclarecidos de que quando era bem mais novo quis aprender órgão, para tocar na missa. Não conseguiu ser organista, mas aprendeu a ler uma pauta. Mais tarde, circunstân- cias várias fizeram com que integrasse um grupo de música tradicional portuguesa, onde tocou alguns instrumentos, mas descobriu que conse- guia passar para o papel aquilo que se cantava e, sequentemente, conseguia escrever melodias novas.
Com a adesão ao Espiritismo, tem sido apenas uma questão de adaptar esse talento a novos propósitos e novas temáticas. É assim que as nossas canções vão surgindo, ora passando para a pauta aquilo que sua companheira Lurdes trauteia, ora escrevendo aquilo que o violão vai dizendo. Sabe musicar, mas desafina, diz que é muito duro de ouvido, e sem o papel à frente, não executa uma única das canções que compõe. Falemos agora doutra particularidade deste trabalhador ainda não conhecido da grande maioria de nós, a PINTURA MEDIÚNICA.
Um dia viu uma actuação do Florêncio Anton, foi uma revelação. Empolgado pensou que podia também pintar. Afinal aquilo não nada tinha nada que saber. Durante meses fez exercícios de cor com o pastel, mas o entusiasmo tal como tinha vindo também se esfumou. Por dois anos foi pintando intuitivamente. Não eram propriamente obras-primas, diz, mas viam-se. Todavia, supor que os espíritos queriam pintar através dele era coisa que se abstinha de pensar e comentar.
Mas, quando iniciou o grupo em Vale de Cambra, no desenvolvimento mediúnico surge a proposta espiritual para o trabalho a carvão e meses depois é que há lugar a algo consistente; com a abertura das instalações ao público, o que era feito em grupo restrito passou a ser feito perante a assembleia. Mas não fica por aqui. Há ainda um livro de escrita simples, repleto de histórias, a maior parte delas ver- dadeiras com nomes fictícios.
Já agora o título do livro para quem o quiser adquirir, pois o produto de sua venda reverte a favor da assistência que é dada aos mais carenciados da região: UM DIA UMA VIDA.
