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Aniversário Setembro.outubro 2013 10 Anos de Jde

Jornal de Espiritismo nº 60 · Maio 2013Página 116 min

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ANIVERSÁRIO SETEMBRO.OUTUBRO 2013 10 ANOS DE JDE O QUE DIZEM OS DIRIGENTES O Jornal de Espiritismo faz 10 anos de actividade em papel e “online” sendo distribuído por todo o mundo. Quer deixar-nos uma opinião, sugestão, crítica? João Xavier de Almeida (Porto) - Criar o Jornal de Espiritismo foi uma inspiração magnífica. Mantê-lo activo, lúcido, sereno, a formar e informar, sem quezílias ou espírito sectário, tem sido atitude modelar e edificante, valorizando sobremodo a obra e dignificando os seus orientadores.

Bem hajam! Julieta Marques (Lagos) – A minha opinião é de que, muito embora todas as dificuldades que têm passado para que este veículo de informação e formação, possa continuar a ser um elo de ligação entre todos os que o recebem, e têm através dele as notícias que dizem respeito ao movimento espírita em Portugal, a vocês irmão de ideal, trabalhadores da nobre seara do Cristo, possam ter a coragem de prosseguir adiante, embora todas as dificuldades porque estão passando.

Mas, alguma vez trabalhar na senda do Cristo foi fácil? Nunca, para os verdadeiros e dedicados servos Seus. Coragem, amigos, os verdadeiros espíritas estão convosco. Nas horas de dificuldade, o Senhor se faz mais presente através de seus emissários celestes. Não desanimem e prossigam confiando em que a obra não é nossa, mas sim dos nossos irmãos Maiores que nos convidam a prosseguir embora as dificuldades do momento.

O meu respeito por vocês é imenso. Abraços fraternos e solidários com a vossa luta. Manuela Vasconcelos (Lisboa) - Parabéns pelo esforço, pela luta constante, pela coragem de conseguirem manter, nestes dez anos, o Jornal que, quanto a mim, como jornal, é o melhor e o que mais elucida sobre a doutrina espírita, transmitindo, ainda, ao leitor, entrevistas interessantes, e muitas vezes oportunas, que se lêem sempre com agrado.

Se houvesse possibilidade, eu cortava, apenas, com alguma publicidade, mas também compreendo que ela será e deve ser sempre uma ajuda! Um abraço amigo para todos os colaboradores. José António Luz (Matosinhos) - Caros amigos e irmãos em Jesus, quando idealizamos uma tarefa nobre em nossa mente, começamos a construí-la por fases, colocando os alicerces em bases sólidas, depois vamos criando os vários departamentos onde iremos colocar toda a experiência já em nós alicerçada e, aquelas que vamos juntando, pelo aprendizado que se faz a cada dia.

A tudo isto, com o amparo dos benfeitores amigos, anexamos o carácter, a humildade, a alegria de servir o melhor possível, a seriedade dos conteúdos a tratar, os conselhos sempre bem explícitos à luz da doutrina querida, as histórias sempre bem orientadas, focando os três aspectos da doutrina espírita, que não podem nem devem ficar dissociados uns dos outros, a grandeza e a elevação com que cada um dos redactores tratam os temas, colocados à opinião pública.

Caros amigos, o NERV endereça ao Jornal de Espiritismo, os parabéns pelo seu décimo aniversário. Um sentimento de alegria e reconhecimento nos invade o Ser, por vermos o esforçoeo trabalho dos queridos companheiros, materializado em informações tão importantes, sobre a Vida, a Morte, ou Morte e Vida. não era importante o retorno do investimento, porque felizmente o valor em questão não me fazia falta, nem me colocava numa situação de dificuldade.

O que eu desejava era o sucesso do JDE como veículo de comunicação e de divulgação da doutrina espírita e, não a vertente financeira. Muito me agrada saber neste momento que, o projecto JDE é autónomo e apresenta uma estrutura financeira bastante sólida e, que o objectivo principal foi alcançado. Hoje em dia, 10 anos passados, o JDE tem primado pela qualidade dos seus artigos, e pelo rigoroso seguimento da doutrina espírita compilada por Allan Kardec.

Qual a sua opinião sobre a linha editorial do JDE? As pessoas envolvidas, desde o início, na linha editorial eram minhas conhecidas. Reconhecidas pela sua capacidade, não tinha qualquer dúvida quanto à qualidade dos artigos que iriam ser publicados no JDE. Por outro lado, pelo contacto contínuo com os responsáveis pela linha editorial, sabia que eram pessoas rigorosas, disciplinadas e algumas com um profissionalismo elevado nesta área e com muito trabalho desenvolvido.

Embora existindo algumas críticas pelo meio, o “feedback” obtido é o de que a qualidade, no âmbito global, tem sido muito boa, pelo que representa o reconhecimento de todo o empenho posto no projecto JDE. É de realçar, também o seu aspecto gráfico e, a disposição dos artigos ali publicados, que tornam o JDE muito atractivo e de fácil leitura. Por isso, quando o trabalho é feito em benefício do próximo e não esperando qualquer tipo de bajulação gratuita, mas tendo sempre presente o compromisso à causa, o sucesso é uma forma de reconhecimento ao trabalho realizado e respectivo desempenho.

Alguma vez lhe passou pela cabeça que o JDE fosse lido em todo o mundo, tendo assinantes em papel e digitais, em países de quase todos os continentes? No início, quando se iniciou este projecto, tinha-se em mente um público-alvo que na altura, seriam os frequentadores dos centros espíritas. Com a publicação das primeiras edições, verificou-se que a aceitação era bastante razoável e o “feedback” obtido era um incentivo à continuação.

A partir daí começaram a surgir novas ideias e uma nova dinâmica foi implementada. Daí resultou uma nova logística em termos de distribuição e, começou a arquitectar-se uma nova maneira de atingir um outro público-alvo e como consequência disso o JDE começou a ser lido em todo o mundo. Por isso, quando o trabalho é feito em benefício do próximo e não esperando qualquer tipo de bajulação gratuita, mas tendo sempre presente o compromisso à causa, o sucesso é uma forma de reconhecimento ao trabalho realizado e respectivo desempenho.

E o projecto JDE decorre de toda esta atitude e, de um plano de sustentabilidade, nos seus mais proeminentes aspectos doutrinários. Quais as maiores dificuldades e alegrias que já teve com este projecto da ADEP? Numa atitude construtiva, direi que as maiores alegrias deste projecto, foi ver ao longo dos anos, a dedicação que todos os seus membros foram colocando no trabalho e na execução das tarefas que eram estipuladas, com muito empenho, brio, zelo e profissionalismo.

No início, a principal dificuldade foi passar a mensagem de que este processo tinha um único objectivo: servir o espiritismo de uma forma diferente e, com recurso às novas tecnologias, tendo o mesmo um âmbito global e o mais abrangente possível. Esta dificuldade surgiu porque foi colocada uma dada resistência a esta forma de inovação, chegando-se a insinuar que, se pretendia com este projecto, fazer um movimento paralelo em termos associativos, mas a verdade é que sem qualquer fundamento, como se pode constatar.

Considerações finais aos leitores do JDE, neste seu 10º aniversário. São já decorridos dez anos, significa que o tempo passa depressa. Numa avaliação muita rápida, o contributo do JDE tem sido muito positivo na divulgação e, sobretudo no esclarecimento acerca do espiritismo, tendo como consequência final, o consolo de muitas almas aflitas e sem rumo na vida. Nesse sentido, toda a ajuda ao próximo, quer através do contacto pessoal, quer através deste meio de comunicação, é muito importante em defesa da vida.

Desejamos que os leitores do JDE se sintam envolvidos por este projecto e, que os diversos artigos tenham contribuído para o esclarecimento da essência humana. Tendo a doutrina espírita, um cariz científico, filosófico e de consequências morais, esperamos que o JDE tenha contribuído para os leitores chegarem a estas mesmas conclusões, de uma forma racional e com um espírito crítico. Tenho a certeza que, todas as pessoas envolvidas irão dar o seu melhor para a continuidade deste projecto.