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livros No dia 9 de Setembro de 1867, em reunião íntima, em Ségur, o Co

Jornal de Espiritismo nº 7 · 2004Página 1716 min

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No dia 9 de Setembro de 1867, em reunião íntima, em Ségur, o Codificador recebia dos Espíritos a seguinte comunicação espontânea:

«Primeiramente duas palavras sobre a obra que está no seu início. Como já dissemos tantas vezes, é urgente pô-la em execução sem perda de tempo e apressar o mais possível a sua publicação. E necessário que já tenha produzido a primeira impressão quando irromper o conflito europeu guerra franco-prussiana (1870-1871). Se tardar, acontecimentos brutais poderão desviar a atenção das obras puramente filosóficas. (...) Dai-lhe toda a amplitude necessária; cada pequena parte tem seu peso na balança da acção. Numa época tão decisiva como esta urge nada negligenciar, quer na ordem material, quer na ordem moral.»

Nota: Os destaques em negrito são de nossa autoria.

Deste pequeno trecho dos Espíritos Reveladores verdadeiro aviso , vamos analisar o seguinte:

Os espíritos não estavam preocupados com a guerra franco-prussiana, como nos lembra o insigne Prof. Herculano Pires, mas sim com o regresso de Kardec ao Mundo dos Espíritos, pois a Codificação já estava concluída. Allan Kardec desencarnaria a 31 de Março de 1869 e a guerra só se iniciaria no ano seguinte, em 1870. No entanto, com a publicação, em 1866, da obra cismática do bastonário de Bordéus «Os Quatro Evangelhos» , a Doutrina dos Espíritos era confundida e mesmo ridicularizada com revelações não sancionadas pelo controle universal.

Tal facto, muito grave para a Doutrina nascente necessitava de uma intervenção urgente e determinada para que no futuro não permanecessem dúvidas nas mentes a respeito do Consolador.

Assim, quando em Maio de 1866 o Codificador recebe, como facto consumado, a volumosa obra de Roustaing, que tinha como subtítulo «Revelação da Revelação», de imediato com o seu elevado nível de educação e bom senso, faz o seguinte comentário na Revista Espírita do mês seguinte:

«(...) Consequente com o nosso princípio, que consiste em regular a nossa marcha pelo desenvolvimento da opinião, até nova ordem não daremos às suas teorias nem aprovação nem desaprovação, deixando ao tempo o trabalho de as sancionar ou as contraditar. Convém, pois, considerar essas explicações como opiniões pessoais dos Espíritos que as formularam, opiniões que podem ser justas ou falsas e que, em todo o caso, necessitam da sanção do controle universal, e, até mais ampla confirmação (que nunca de deu), não poderiam ser consideradas como partes integrantes da doutrina espírita.

Quando tratarmos destas questões fá-lo-emos decididamente. Mas é que então teremos recolhido documentos bastante numerosos nos ensinos dados de todos os lados pelos Espíritos, a fim de poder falar afirmativamente e ter a certeza de acordo com a maioria. E assim que temos feito, todas as vezes que se trata de formular um princípio capital. Dissemo-lo cem vezes, para nós a opinião de um Espírito, seja qual for o nome que traga, tem apenas o valor de uma opinião individual.

Nosso critério está na concordância universal, corroborada por uma rigorosa lógica, para as coisas que não podemos controlar com os próprios olhos. (...)

Nota: Os destaques em negrito são de nossa autoria.

Ainda, no mesmo comentário, referindo-

se ao corpo de Jesus, à gravidez «aparente» de Maria e aos factos extraordinários ou miraculosos da vida de Jesus, diz-nos o seguinte: «Sem a prejulgar, diremos que já foram feitas objecções sérias a essa teoria e que, em nossa opinião, os factos podem perfeitamente ser explicados sem sair das condições da humanidade corporal.» Se Allan Kardec não desse uma resposta ao Sr. Roustaing, que não teve escrúpulos em intitular a sua obra de «Revelação da Revelação», pondo-a com esse subtítulo, arrogantemente, sem nenhum laivo de humildade, acima da Codificação Espírita, o Espiritismo estaria irremediavelmente comprometido com as teorias bizarras que visavam restaurar o catolicismo dogmático e decadente, comprometendo assim definitivamente a terceira revelação.

Essa resposta, de seu título completo, AÀ Génese, os milagres e as predições segundo o Espiritismo, é na sua essência uma refutação decidida e devastadora às teorias bizarras provenientes de Bordéus, da parte do Sr. Roustaing. Este livro, considerado o último da Codificação Espírita, foi publicado no dia 6 de Janeiro de 1868.

Em Maio de 1866, ou seja, um ano e oito meses antes, na Revista Espírita, conforme extracto acima descrito, Kardec diz positivamente: «até nova ordem não daremos às suas teorias nem aprovação nem desaprovação». Pois, o Codificador necessitaria de ler com mais atenção os três pesados volumes, não estavam organizados com destaques como estão hoje na sua tradução em português que passou para quatro volumes; precisava do trabalho semanal, paciente, junto dos Espíritos, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e dos diversos grupos idóneos, incluindo de Bordéus, para

confirmar pela universalidade do ensino dos Espíritos o seu conteúdo.

Ano e meio foi o tempo suficiente para responder ao sr. Roustaing. A resposta foi o livro A Génese. Resposta devastadora que abre com o capítulo «Caracteres da Revelação Espírita» que desmistifica por completo a forma como o Advogado de Bordéus elaborou a «Revelação da Revelação». Roustaing, limitouse pura e simplesmente, sem qualquer intervenção, sem questionar os Espíritos, sem procurar a opinião de ninguém a passar para

o papel e a publicar, por uma única médium a Sra. Collignon o ditado os Espíritos. No capítulo XI «Génese espiritual», no item 26. Kardec rejeita objectivamente, sem rodeios, a tese fundamental de «Os Quatro Evangelhos» que afirma que a reencarnação não é uma necessidade, mas sim um castigo. Diz assim, o Codificador: «A encarnação portanto não é, de modo algum, normalmente uma punição para o Espírito, como pensam alguns (referência clara a Roustaing e aos docetistas), mas uma condição inerente à inferioridade do Espírito e um meio de progredir.

» O capítulo XV «Os milagres do Evangelho» desmonta por completo as explicações dos milagres de Jesus bem como a natureza do seu corpo. Respondendo definitivamente aos Espíritos mistificadores que confundiram por completo Roustaing.

Na última parte As Predições composta pelos capítulos XVI, XVII e XVIII servem para por a nu o ridículo das profecias dos mistificadores, quando dizem levianamente, sem pudor: «A igreja, porém, despertará; o sonho em que se compraz, dissipar-se-á ao clarão da nova aurora.» (2º Vol. pág. 169).

«Coragem, filhos da nossa igreja, da Igreja do Senhor, aproximam-se os tempos em que os discípulos e o Mestre aparecerão de novo entre vós, ... (vindos das nuvens)» (2º Vol. pág. 170) «O chefe da Igreja católica, nessa época em que esse qualificativo terá a sua verdadeira significação, pois que estará em via de tornar-se universal, como sendo a Igreja do Cristo, o chefe da Igreja católica, dizemos, será um dos principais pilares do edifício. Quando o virdes, cheio de humildade, cingido de uma corda e trazendo na mão o cajado do viajante, ...» (3.º Vol. pág. 65)

Nota: As palavras e frases em destaque pertencem ao original.

Por fim, gostaríamos de dizer que Herculano Pires nos afirma que não existe nesta última obra de Kardec nenhuma afirmação dogmática ou exposição de coisas fantásticas, o que há é raciocínio, proposições lógicas induzidas da natureza e coincidência dos fenómenos, hipóteses corajosas que as ciências confirmaram.

Como o Espiritismo não vem substituir o esforço humano, fazendo revelações que substituiriam o seu trabalho, Kardec nesta obra apresenta algumas teorias, ainda hipotéticas, que não resultaram do ensinamento geral dos Espíritos, portanto, não são «segundo o Espiritismo», como poderemos verificar logo na sua Introdução. Estão neste caso os capítulos VIII, IX, X, que no entanto, não deixaram de ser contribuições especulativas muito úteis, para a época, no sentido de levarem o homem a dilatar os seus conceitos a respeito da origem da Terra e da Vida, libertando-o dos dogmas estratificados nas suas mentes, impostos pelas crenças e mitos ancestrais que ainda perduram, agora de forma mais diluída.

Ao finalizarmos esta análise sobre A Génese no ano do bicentenário do ínclito Codificador, a quem prestamos o nosso preito de gratidão lembramos uma vez mais que este livro constitui a resposta do bom-senso de Kardec à irresponsabilidade de Roustaing.

Texto: Carlos Alberto Ferreira

FERREIRA, Carlos AlbertoSerá a obra de Roustaing Espírita? 1º edição-2003, EMEEditora, Capivari, SP-Brasil

KARDEC, Allan A Génese. 1º edição-1979, LAKE, São Paulo-Brasil internacional

El 18 de abril de 1857, se publica la primera edición de El Libro de los Espíritus. Éste libro es la recopilación de las ensefianzas de los espíritus, codificadas y catalogadas por temas, dando base al Espiritismo. Allan Kardec lo confirma en los Prolegómenos cuando dice que: “Ha sido escrito por orden y bajo el dictado de los Espíritus superiores para asentar los cimientos de una filosofia racional, libre de los prejuícios del sectarismo”.

Cuando empezamos el viaje a través de éste maravilloso libro, nos encontramos con la Introducción al estudio de la Doctrina Espírita donde Kardec nos invita a experimentar desde la razón, todas aquellas cuestiones que surgen cuando el ser humano busca respuestas ha hechos que no son tangibles pero sí son vitales para el entendimiento integral de la Vida. En el Capítulo Uno, titulado Las Causas Primeras, la primera pregunta que nos viene al paso es ; Qué es Dios?.

Si la pregunta nos sorprende en los términos en los que es formulada, más lo hace la respuesta cuando dice: Dios es la inteligencia suprema, causa primera de todas las cosas. iéPor qué decidieron empezar con ésta cuestión tan polémica, tan ambigua, tan inquietante e incluso tan frustrante?. ; Es que no hay suficiente con vivir la vida y hacerlo de la mejor manera posible?. ; Qué tiene que ver Dios con nuestros problemas, nuestras inquietudes?

;Por qué insisten en poner a Dios delante de todo?. Esa es la cuestión y mucho más seria de lo que puede parecer. Acostumbrados a vivir en un entorno materialista, donde parece que los valores más preciados son la posición económica y social de las personas, prevaleciendo la discriminación sexual, racial y clasista y olvidando al ser ue llevamos dentro, la pregunta ; Qué es Dios? nos sitúa en el punto principal ãe un nuevo camino hacia el interior.

Intentar entender a Dios es iniciar un viaje al autodescubrimiento, donde nos encontramos absolutamente perdidos dentro del propio ser e indefensos ante las agresiones de la vida que nos envuelve. Nos enfrentamos a la impotencia de no poder dirigir nuestras vidas e inmersos en una soledad que nos hace recurrir a terapeutas, a recursos artísticos, a dependencias de todo tipo y a actividades varias que nos llenen nuestro vacío existencial.

Hemos vivido la vida como duefios de ella y cuando emprendemos el viaje del autoconocimiento, nos encontramos desprovistos de recursos para aceptar nuestra condición humana. Nos educan, crecemos y educamos como si de nosotros dependiera todo y éste es quizás el principal error que cometemos, porque si bien nosotros somos responsables de nuestros actos y podemos hacer que cambien muchas cosas con nuestra voluntad y ahínco, no somos sin ninguna duda amos absolutos de nuestras vidas.

Lo descubrimos en los sinsabores de la existencia, en las pruebas que todos pasamos o pasaremos, en las mal llamadas “desgracias” donde nos revelamos ante todo lo que no depende de nosotros y que no podemos controlar. Pues allí, justo en el punto en el que no sabemos qué más hacer para dirigir nuestra vida, cuando nos postramos ante la impotencia de no saber gobernar nuestra existencia, es cuando surge ese Dios del que nos hablan los espíritus.

Claro está que no es antropomorfo ni justiciero, ni castigador ni castrador (esos conceptos ya no son válidos en una sociedad que piensa por sí misma); surge Dios en su concepto universalista y libre: como inteligencia suprema y causa primera de todas las cosas.

UUeVe ANTA O ddo aeD O DO O PAreAVA 4 Orga ação hA du 8 omb el da alma atliSTtação electo º a be O gao = O Desatento Desejo OrDO esp a 9 Recordação 6 dolê a Ó acto emociona Aoaeee á Queéa Oae Pa Pa a De a 4 era da po d - - - o = od PD p 9 O N do t7 esuad e auawajue O e 9 9ND AVAINIHV ej)so ousw ESSOU W/ O ANAVSNHdA euoloowWa 0)9E O NILNAS O elougjop <ED 9 oBÍBplo9ayM VIMOIWNAGW 6 e dsea odlo OLlIlHIASITHAA ofasaq IVINO ouajesamg HVSHIHASIA

Esta nueva concepción divina es el fruto de la razón y de la experiencia que viene a confirmarnos que no estamos solos Y que todo cuanto nos ocurre no es fruto del azar y sí de un Plan Divino al que no podemos escapar. Los sufrimientos, las amarguras así como las alegrías y las satisfacciones son la consecuencia de una Inteligencia Suprema que nos pone en el camino aquello que nos ayuda a crecer como seres humanos íntegros. Podemos tener carreras universitarias, doctorados en ciencias, tecnologias, letras,... pero todavía no poseemos la capacidad suficiente para aceptar con humilda. aquello que no podemos cambiar.

Someternos a la evidencia de que existe una Ley Divina establecida para que todo lo creado 51% su propia evolución, es hacer uso del don más preciado que posee el ser humano y por el que es superior a otras especies terrenas: la razón.

Hasta ahora creer en Dios era la consecuencia de tener fe, de ser beato, simple, místico. Con el Espiritismo, creer en Dios es sencillamente el fruto de entender que la vida es mucho más ?ue nuestros limitados entendimientos y que un Poder Superior a nosotros lo dirige todo a la absoluta perfección. Y ésta es la clave, Dios nos libra del perfeccionismo (al que el ser humano es tan aficionado), liberándonos así del peso de tantas depresiones, culpabilidades, ansiedades, angustias, tristezas y amargos tormentos.

Saber que somos seres en evolución y que la única responsabilidad que tenemos es la de ser honestos con nosotros mismos, es una verdadera liberación, y es que creer en Dios nos libera de muchas cargas absurdas a las que nos sometemos por ignorancia. Los atributos divinos son absolutos e incomprensibles para nuestra condición pero sí podemos alcanzar a entender la magnitud de su Inteligencia Suprema sólo observando la armonia de todo lo creado.

La propia Creación nos habla de las Leyes Naturales que no son otras que las leyes que rigen todo el Universo. Nosotros no somos responsables de la humanidad pero sí lo somos de nosotros mismos y en nuestra condición de co-creadores, podemos modificar nuestro entorno, siempre que lo hagamos desde nuestro interior. Si a todo ésto le afiadimos la seguridad de que ya no vamos a estar nunca más solos porque la razón nos dice que la soledad es fruto de la incapacidad del ser humano de amarse a sí mismo, tenemos que: Dios existe y nos ama, lo demuestra su Creación y lo hace con absoluta sabiduría.

Seamos pues racionales y apli C<Í[uernos la sabiduría divina de sus leyes que se resumen en una sola: la Ley del Amor. ;Cómo podemos aplicarla?, pues perdonándonos los errores, aceptando nuestras limitaciones y deseando mejorar. Andando se hace camino, dijo el poeta y no hay mejor cura que aquella que se aplica sin dilación.

El Espiritismo, a través de su estudio razonado, meticuloso y serio nos brinda la oportunidad de entender, no sólo de dónde venimos y hacia donde vamos, sino también cuán importante es conocernos a nosotros mismos. Mirando nuestro mundo interior comprendemos que también formamos parte de ese ciclo evolutivo sin fin. Nos sabemos imperfectos y con un largo camino que recorrer, pero acompafiados por la esencia de Dios en todos nuestros actos, la existencia se convertirá en una experiencia digna de ser vivida.

Así pues, ama la Creación, la Naturaleza, ama la Vida y sus consecuencias, ama al prójimo todo lo que puedas, pero sobre todo ámate a ti mismo porque la vida es un regalo que Dios nos da para conquistar la Libertad.

Texto: Teresa Vázquez (Teresa Vázquez, é presidente do Conselho Directivo do Centro Espírita Amália Domingo Soler, da cidade de Barcelona www.ceads.org e directora da Área de Divulgação da Federação Espírita Espanhola www.espiritismo.cc)

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CONGRESSO ESPÍRITA ESPANHOL

O XII Congresso Espírita Nacional Espanhol decorre nos próximos dias 5, 6 e 7 de Dezembro, na cidade de Cuidad Real, no Hotel Dofia Carlota. Organizado pela Federação Espírita Espanhola, terá como tema: “Visão Espírita da Saúde Física, Emocional e Espiritual”. Além da participação de congressistas espanhóis e brasileiros contará pelo terceiro ano consecutivo com um representante de Portugal, a médica Dra. Lígia Almeida, presidente da AME PortoAssociação Médico-Espírita da Area Metropolitana do Porto www.

ameporto.org e dirigente do CECACentro Espírita Caridade por Amor, que apresentará um Seminário sobre “Mecanismos Psiconeurofisiológicos dos Estados Modificados de Consciência”. A Federação Espírita Espanhola convida todos os interessados a assistir ao seu XII Congresso Nacional.

09.30 h.: Apertura y saludo de bienvenida. Por el Presidente d% la Federación Espírita Espafiola

9.45 h.: Conferência inaugural, por Divaldo Pereira Franco (Brasil)

11:15 h.: Amor y Energía Sexual, por Juan Manuel Ruiz (Espaãa)

12.00 h.: Importancia de la familia en la salud emocional, por Juan José Torres (Espafa) 12.45 h.: Circunstancias de la Obsesión Espiritual, por Alfredo Tabuela (Espaãa) 13.30 h.: El Futuro del Hombre, por Juan Miguel Fernández (Espafa)

16.45 h.: Las Emociones: La Expresión del Espíritu, por Teresa Vázquez (Espaãa) 17.30 h.: Entre el Espíritu y el Cuerpo, por Alfredo Alonso de la Fuente / Alexandre Fco. Guimaraes (Espafia)

18.30 h.: Debate Abierto. Con preguntas por parte del público a todos los conferenciantes del día.

21.30 h.: Mesas redondas coordinadas por los conferenciantes del día. Segunda-feira, dia 6 de Dezembro 9.30 h.: Mecanismos Psiconeurofisiológicos de los Estados Modificados de Conciencia, seminario por la Dra. Ligia Almeida (Portugal)

11.15 h.: Segunda parte del Seminario 13.00 h.: Enfermedad y Salud Holística, por Carlos Campetti (Brasil)

16.45 h.: Nacer, Morir y Renacer siempre, por Abel Glasser (Brasil)

17.45 h.: Estudio e investigación de la Mediumnidad y los Médiums, por Isabel Porras (Espaãa)

18.30 h.: Debate abierto. Con preguntas por parte del público a todos los conferenciantes del día.

21.30 h.: Mesas Redondas de tema libre. Terça-feira, dia 7 de Dezembro

9.30 h.: Proyección de la película: "Desde Kardec hasta nuestros días"

11:00 h.: Espiritismo y Salud, por Divaldo Pereira Franco (Brasil)

Inscrição e reserva de alojamento

O preço de inscrição é de 24,00 € por pessoa (sócio-colaborador 18 €), que deve fazer-se por transferência bancária em nome da Federación Espírita Espafiola, número de conta: Caja Madrid - 2038 3317 24 6000203670. Depois, é só comunicar a inscrição e reservar alojamento, até 5 de Novembro, a: Maria Teresa Cruz Reyes Teléfono: 926-546116 Móvil: 647-539826 - EMail: ceamorfraterno&wanadoo.es Site da FEE: www.espiritismo.cc

As l Jornadas Espíritas de Braga realizam-se em 25 e 26 de Março no auditório do Instituto da Juventude de Braga e terão como tema central a imortalidade da alma.

Não se engane com o cartoon de Reinaldo, nestas jornadas a programação será tão interessante e bem apresentada que não conseguirá cochilar nem que seja sócio militante da Associação dos Amigos da Sesta! Ora veja: «Alguns dos convidados falarão de subtemas ligados a esse tema central, como sendo a comunicabilidade dos espíritos. Outro item será sobre os meninos-prodígio ou crianças sobredotadas», diz Luís Pinto, da Associação Sociocultural Espírita, que organiza o evento. Adianta: «Estamos a convidar, entre outras

ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESPÍRITA HELIL

Estabelecido o calendário de actividades da Associação Cultural Espírita Helil, eis a informação: dia 2 de Novembro, terça-feira, pelas 21:00, palestra de Vítor Mora Féria, da Associação Espírita de Quarteira "O Consolador"; 7 de Novembro, domingo, das 10:00 às 18:30, seminário "Atendimento Fraterno", orientado por José Luís Ucha, da Associação Eurípedes BarsanulfoCentro Espírita (Vila FriaPorto Salvo), sujeito a inscrição; 16 de Novembro, terça-feira, pelas 21:00, palestra de Esteves Teiga, da Associação Espírita de Quarteira "O Consolador"; dia 28 de Novembro, domingo, das 10:00 às 18:30, curso de "Expositores Espíritas", orientado por João Luís Baptista, da Comunhão Espírita Cristã de Lisboa (sujeito a inscrição).

Este centro espírita localiza-se na Urb. de Santo António do Alto, Lote 58, Loja B - 8000 FARO.

PALESTRAS NA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS ESPIRITUAIS

Palestras em Novembro na Associação de Estudos Espirituais, de Braga: 13 de Novembro, Alcina Soares fala sobre «Filhos deficientes». Em 20 de

instituições e personalidades, também a Associação Médico-Espírita da região do Porto, que deverá fazer-se representar pela Dra. Lígia Almeida. Vamos contactar, ainda, a Federação Espírita Espanhola e a Portuguesa. No dia 25 de Março contamos que haja uma palestra pública espírita, sobre o tema central, e no sábado decorrerão os desenvolvimentos dos subtemas».

Na próxima edição de «Jornal de Espiritismo» será possível informar mais amplamente sobre esta iniciativa.

Associação Sociocultural EspíritaRua do Espírito Santo, N.º 38, CaveNogueira - 4710- 144 BRAGA

Novembro, Luísa Cunha pronuncia-se sobre «Por que esquecer?». Em 27 de Novembro, Sérgio Cunha disserta sobre «Dom de curar».

Este centro espírita tem a seguinte morada: Associação de Estudos Espirituais, Rua das Oliveiras, Lote G, Loja 1, Gualtar 4710-088 Braga.

PALESTRAS NA ASSOCIAÇÃO CULTURAL "PORTO DE ABRIGO"

A Associação Cultural "Porto de Abrigo", de Ílhavo, oferece ao público as seguintes conferências em Novembro, às terças-feiras, pelas 21 horas: Dia 2, Julieta Marques, da Associação Espírita de Lagos (Algarve), palestra sobre "Vida Além da Vida". Dia 9, Alexandre Ramalho, do Centro Espírita Francisco Xavier de Leça da Palmeira fala de "Mortes Prematuras". Dia 16, Célia de Sá, da Federação Espírita da Cidade João PessoaParaíba/Brasil, desenvolve o tema "Melancolia". Dia 23, Isabel Feio, da Associação Porto de Abrigo, trará o tema "Desobsessão". Dia 30, José António Luz, do Núcleo Rosa dos Ventos, de Matosinhos, disserta sobre "Das Irmãs Fox a Kardec".

A Associação Cultural "Porto de Abrigo" fica na Rua de Alqueidão, n.º 27-A, lhavo.

Boas festas, num cartão multimédia personalizado.

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