Atualidade
Jornal de Espiritismo nº 73 · Agosto 2015Página 101 min
Referia-se a um neurologista britânico radicado nos EUA, Oliver Sacks, que acabara de falecer. É óbvio: para sempre… é muito tempo! Mas é o ângulo que alinha as palavras, e o da autora é esse. O nosso é outro. Para nós, nem mesmo Ninguém adormece para sempre No derradeiro domingo de agosto o jornal diário arrastava o título “Autor de “Despertares” adormeceu para sempre” esse talentoso homem teve o privilégio do sono irreversível: apenas desencarnou.
Isso equivale a dizer que o corpo físico tombou, mas em tempo variável, segundo os casos, emergiu na vida além da matéria densa essa mesma personalidade com um corpo espiritual. Não há despertar que não venha a suceder após a morte, mais cedo ou mais tarde. A atestar isso emerge a experiência, para além de muitos factos vindos à luz do dia através da mediunidade, uma sensibilidade de múltiplo jaez que todos têm, mas que se exprime em tipologia variada segundo as pessoas em causa – para esmiuçar, veja por favor “O Livro dos Médiuns”, de Allan Kardec.
Quando alguém diz: “Como vamos saber se há vida espiritual depois da morte corporal se nunca ninguém regressou para contar como foi?”. NOVEMBRO.DEZEMBRO.
