Breves (pág. 6)
Jornal de Espiritismo nº 79 · Outubro 2016Página 65 min
André Trigueiro: conferências em Portugal e na Suíça Na sequência da sua participação no Congresso Espírita Mundial que decorreu em Lisboa entre 7 e 9 de outubro, André Trigueiro, jornalista, escritor e professor, proferiu conferências noutras cidades portuguesas e até no estrangeiro. Dia 10 de Outubro, segunda-feira, a Associação Cultural Espírita de Santarém recebeu este palestrante às 21h00. No dia seguinte, terça-feira, às 15h00, André Trigueiro discursou na Associação Espírita de Leiria.
André Trigueiro é jornalista com pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ onde leciona a disciplina “Geopolítica Ambiental”, professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC-Rio, autor dos livros “Mundo Sustentável 2 – Novos Rumos para um Planeta em Crise” (Ed.Globo, 2012); “Mundo SustentávelAbrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação (Ed.Globo, 2005), “Espiritismo e Ecologia” (Ed. Federação Espírita Brasileira, 2009), “Viver é a Melhor OpçãoA prevenção do suicídio no Brasil e no Mundo” (Ed.
Correio Fraterno, 2015) e coordenador editorial e um dos autores do livro “Meio Ambiente no século XXI” (Ed.Sextante, 2003). André Trigueiro deu conferências na Suíça, dia 12 de Outubro, sendo uma subordinada ao tema “Os desafios do Espírita no Século XXI”. Decorreu pelas 19h00, no CEEFA – Centro de Estudos Espíritas Francisco de Assis, que fica na Rorschacherstrasse, 59 – Saint Gallen, e teve organização do CEEFA + GEECX (houve tradução para alemão).
Dia 13 de Outubro (quinta-feira), esteve em Winterthur. Falou sobre “Os desafios do Espírita no Século XXI”, às 20h00, na CESG (CESGCentre d’Études Spirites de Genève, Av. de Châtelaine, 93 - 1219 ChâtelaineGenève, Suisse (1º étage). Houve tradução para francês, e estiveram disponíveis livros seguindo-se a respetiva sessão de autógrafos. Entrada livre. Sábado, dia 15 de Outubro André Trigueiro ministrou o seminário “Viver é a Melhor Opção” e teve lugar o lançamento dos livros “Viver é a Melhor Opção” e, do Espírito André Luiz e do médium Francisco Cândido Xavier, a obra “Entre a Terra eoCéu” (traduzido para o alemão).
IX Jornadas de Cultura Espírita do Porto A 9.ª edição das Jornadas de Cultura Espírita do Porto subordinou-se ao tema «As obras de Yvonne Amaral Pereira» e decorreram no fim-de-semana de 22 e 23 de outubro no auditório da Escola Básica de Matosinhos. A organização deste certame pertence à União Espírita da Região do Porto, que tem site em www.uniaofraterna.org. Jornadas Culturais Espíritas de Vale de Cambra No passado dia 17 de setembro, sábado, decorreram as Jornadas Culturais Espíritas de Vale de Cambra, sob o tema “Orgulho e Preconceito”.
Organizadas pela Associação Cultural Espírita Mudança Interior, estas primeiras Jornadas, decorreram num ambiente acolhedor, na Biblioteca Municipal desta localidade, contando com cerca de meia centena de participantes. Lurdes Lourenço deu as boas-vindas e Isaías de Sousa, em representação da Federação Espírita Portuguesa, fez a abertura. Relembrou o exemplo que Jesus nos deixou na sua conduta e atitude. Referiu a necessidade da Humanidade se religar a Deus, do contributo da doutrina espírita para um caminhar seguro e confiante através do conhecimento, enaltecendo assim a importância da sua divulgação.
António Pinho, presidente da Associação, esclareceu o momento de mudança: depois de 8 edições do Festival de Música e Arte Espírita, surge uma nova etapa, onde a arte, se faz presente, a par e passo com a apresentação e debate de temas e conteúdos doutrinários. A abertura dos trabalhos coube a Patrícia Rodrigues, com a leitura de um texto da autoria de Carolina Fortuna, sendo acompanhada à guitarra por João Paulo Gomes.
A mensagem alertava para a importância da revisão íntima do «orgulho e preconceito» em cada um de nós, para que possamos «aprender a amar». Seguiu-se um momento musical com João Paulo Gomes, que com a sua música a todos envolveu em serenidade. Com o tema “Deus (ou a sua ausência)”, António Pinho fez uma reflexão filosófica da existência de Deus, através da análise das consequências da sua ausência. Um momento de magia e humor, com Betony, animou o auditório, proporcionando a todos um agradável espaço lúdico.
Lurdes Lourenço abordou a importância do conhecimento enquanto caminho libertador do julgamento apresentando “Conceito derruba Preconceito”. O início da tarde foi marcado com dança contemporânea “Com Passos”, com a prof. Anita Alves, embelezando o momento com ritmo e graciosidade. Margarida Azevedo expõe sobre “Preconceito” convidando a que cada um se imponha, sem preconceitos, no seu novo recomeço, na descoberta do Homem Novo em si mesmo.
O momento mais aguardado do dia acontece com a apresentação de uma curta-metragem, da autoria do Grupo de Teatro Espírita Mário e Mudança Interior “GTEMMI”. Sob a coordenação de Lurdes Lourenço, este grupo de crianças e jovens, após o encerramento das atividades de estudo, dedicaram-se, nas férias de verão, à realização desta curta metragem que aborda a temática inserindo-a no quotidiano das nossas vivências, em especial nos jovens, alertando para questões como o aborto, desequilíbrios emocionais e a importância das nossas escolhas.
Foi um momento de emoção, pela tamanha satisfação e alegria deste Grupo ao ver concretizado o esforço conjunto, e de todos os presentes ao compartilharem todas estas emoções, num filme pequeno em tamanho, intenso e profundo na mensagem. Após um pequeno intervalo, onde o salutar convívio foi uma constante, Francisco Silva, um jovem espírita de 11 anos, presenteou-nos com uma dança contemporânea, com coreografia de sua autoria, ao som de “A.
M.O.R.” de Pedro Abrunhosa, deixando presente em todos a bela mensagem: Deus é AMOR. Filipa Ribeiro abordou o tema “Orgulho”, apresentando-o nas suas variadas formas e alertando para necessidade de cada um o identificar em si como forma de superação e entendimento, com vista ao aprimoramento do ser. Aproximava-se o final das Jornadas, não sem antes Betony voltar a animar o auditório com mais um momento de magia e humor.
Num ambiente intimista e de reflexão, João Paulo Gomes, através das suas canções, deu início ao encerramento. Patrícia Rodrigues, acompanhada de novo pela guitarra de João Paulo, brindou-nos com a leitura de uma psicografia de A. Pinho da Silva, numa mensagem final de encorajamento e de união entre todos. Plenas de aprendizagem, assim chegaram ao fim estas Primeiras Jornadas, vividas num ambiente de fraternidade e emoção, que deixaram todos de coração cheio.
Texto: Leonor Leal NOVEMBRO.DEZEMBRO.
