Deçorações de Lojas Móveis Decorativos
Jornal de Espiritismo nº 2 · 2004Página 174 min
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DEÇORAÇÕES DE LOJAS MÓVEIS DECORATIVOS
Esses dois desventurados amantes apressaram-se a fazer o juramento pedido. A maneira por que sua confissão havia sido recebida por D aumentou-lhes a dor e o remorso. Tendo-lhes o acaso proporcionado um encontro não procurado, trocaram esclarecimentos recíprocos em relação ao seu estado de alma e concordaram que só a morte seria remédio para os males que sentiam. Resolveram matar-se juntos e fixaram a data para o dia seguinte, uma vez que o sr. D estaria ausente de casa grande parte do dia.
Depois de feitos os últimos preparativos escreveram uma longa carta na qual diziam:
«Nosso amor é mais forte que todas as promessas. Poderiíamos ainda apesar de tudo fraquejar, sucumbir. Não conservaremos uma existência culposa. Para ) nossa expiação faremos ver que 1= a falta por nós cometida não deve ser atribuída à nossa vontade, mas ao arrebatamento de uma paixão cuja violência estava acima de nossas forças.»
Esta carta terminava com um pedido de perdão e os dois amantes imploravam como graça serem reunidos no túmulo. Tendo sido lido este relato, como assunto de estudo moral na
Sociedade Espiírita de Paris, dois espíritos fizeram a seguinte apreciação:
«Eis aía obra da vossa sociedade e dos vossos costumes. Mas o progresso será feito. Mais algum tempo e factos que tais não se repetirão. Vossas leis e vossos costumes traçaram limites à expansão de certos sentimentos, o que muitas vezes leva a duas almas — dotadas das mesmas faculdades, dos mesmos instintos simpáticos, se encontrem em duas ordens diferentes e, não podendo reunir-se, quebram-se na tenacidade de quererem encontrar-se.
Que fizestes do amor? Vós o reduzistes ao peso do vil metal. Vós o jogastes na balança. Em vez de ser rei é escravo. De um laço sagrado vossos costumes fizeram uma corrente de ferro, cujos elos esmagam e matam os que não nasceram acorrentados». (Santo Agostinho) «O dois amantes que se suicidaram ainda vos não podem responder. Eu os vejo. Estão mergulhados na perturbação e assustados com o sopro da eternidade. As consequências morais da sua falta os castigarão durante reencarnações seguidas, nas quais suas almas se buscarão incessantemente e sofrerão o duplo suplício do pressentimento e do desejo de se amarem.
Realizada a expiação, serão para sempre reunidos no seio do eterno amor». (Georges, espírito).
Texto: Manuel dos Santos Rosa arte
O Núcleo Espírita Rosa dos Ventos já vai no seu segundo concurso de poesia.
Informa a organização: «O poema "Glosas à Rosa e ao que ela sugere" foi o vencedor do II Concurso de Poesia Espírita Rosa dos Ventos, que o Núcleo Espírita Rosa dos Ventos, de Leça da Palmeira, promoveu
A poesia abre caminhos. É um esforço de sensibilidade.
O conteúdo da mensagem passa com uma estética melhorada.
O Núcleo Espiírita Rosa dos Ventos descobriu que há poetas que estavam escondidos...
Agora, fez-se mais alguma luz!
durante os meses de Outubro a Dezembro do ano transacto. A cerimónia da entrega dos prémios decorreu nas instalações do referido Núcleo, no dia 20 de Dezembro, aquando do seu convívio de Natab.
Às vezes sinto-me grande, outras vezes bem pequena, com este meu paradoxo, deixo correr minha pena.
Para o homem combater a velha dualidade
ele terá de assumir uma nova identidade.
Fixar nele o que é bom, expulsar os seus diabinhos deixar brotar o amor ajudar os pequeninos.
que Deus nos deu de presente no entanto reina o caos
porque o homem não se entende.
Ser pequeno quando grande, é sinal de humildade
E... deixei esta manhã dar azo à imaginação
da reminiscência da alma falando ao meu coração.
Contactos: 8ub©adeportuga| .org i 3 3264703 — “<Nqo,
Sendo vários os poemas premiados, destacamos aleatoriamente dois deles, e aqui os partilhamos com os leitores que ainda não conhecem estes versos.
Aqui, no Templo de oração Permiti, Senhor, nossa prece Humilde e sincera
Possamos Teus ensinamentos cumprir N alegria que enternece
“Fazer aos outros O que gostaríamos que nos fizessem”.
Ajuda-nos a ser sóbrio, discreto, Com amor e carinho
Porque aqui são todos iguais O marginal, o paciente,
Que nossas mãos se estendam Com uma palavra amiga Numa ajuda discreta
No vestir, a balsamizar a dor, Simples na palavra
Ajuda-nos a todos a amar À fraterna união
E aquele incurável Em situação tão grave Ajudemo-lo a morrer Com dignidade.
Ele tem o direito ao alivio Ao conforto, ao amor Direito ao carinho
Nossa mão caridosa Na dele pousada
Que seja a presença anónima De um bom amigo.
Chamar pelo nome Atentamente escutar Ele já não tem lágrimas Para poder chorar.
Com humildade, Levando ao doente
A alegria, a confiança A ternura, a esperança.
Por Maria Aurora Silva Costa, Porto net
Internet é a palavra pela qual hoje se conhece aquilo que se designa por rede mundial de computadores.
Na verdade, "Internet" significa "entre redes" e define o protocolo de comunicação (conhecido como TCP/IP, que significa Transmission Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido no âmbito do ARPA (Advanced Research Project Agency, um instituto governamental norte-americano) para ligação entre redes de comunicações de diferentes características. Este protocolo (na realidade, um c
