undamentais não são as partículas que ocupam um único ponto no espaço
Jornal de Espiritismo nº 2 · 2004Página 124 min
mas sim objectos (cordas) unidimensionais. No total existem que foram unificadas numa só, (2) Energia flutuante quântica: estado de menor energia de um sistema quântico, que está presente no espaço cosmológico aparentemente vazio. (3) Teorema da Incompletude de Gobel: afirma que em qualquer sistema formal de axiomas (exemplo, a matemática actual) é possível fazer afirmações cuja a veracidade ou falsidade não podem ser demonstradas usando apenas os axiomas que definem o sistema, demonstrando matematicamente que há problemas que não podem ser resolvidos por meio de nenhum conjunto de regras ou procedimentos, impondo desta forma limites fundamentais e destruindo assim a crença generalizada de que a matemática era um sistema coerente e completo com uma base (4) Psicologia Transpessoal: ciência holística que busca transcender os aspectos pessoais do ser, elevando-o a uma condição totalmente espiritual.
Está baseada na física moderna subatómica, cujo modelo quantum-relativístico busca apresentar um ponto de vista integrado da teoria de quantum e relatividade, onde o Universo todo (matéria/energia) é uma entidade dinâmica em constante mudança num todo indivisível.
a energia flutuante quântica do vazio, prevista por Einstein e desenvolvida por Paul Dirac, o teorema de Godel, e discutir um pouco acerca do tipo de matéria que participa da constituição dos corpos subtis do espiírito, e recorremos ainda à área da Psicologia Transpessoal. Assim poderemos entender melhor como se produz a comunicação entre os espíritos encarnados e desencarnados.
Texto: Cristina Carvalho cristina.m .carvalho(giol.pt
É um facto que o conhecimento aumenta de dia para dia. Cada vez está mais ao alcance de todos. Segundo o sistema médico, hoje sabemos 16 vezes mais sobre o corpo humano e de como tratar as doenças do
O império farmacêutico, aquele mesmo que patrocina inúmeras pesquisas médicas, anuncia a descoberta de novas doenças e respectivos tratamentos farmacológicos através das mais prestigiadas revistas de divulgação científica. Essa poderosa máquina apregoa as conquistas da medicina e sensibiliza para a importância dos exames médicos rotineiros. Multiplicase a cada dia o número de infra-estruturas hospitalares, e à primeira vista somos levados a pensar no futuro da saúde pública com algum optimismo. Estaremos mesmo no caminho certo?
O conhecimento científico isento disponível e aplicado com consciência pode fomentar de facto a saúde. No entanto, verifica-se um crescente número de pessoas portadoras de variadas doenças crónicas e degenerativas, diz-se “as doenças da civilização”, moléstias como as cardiovasculares, diabetes, cirrose hepática, alergias e cancro estão a tornarse comuns, incapacitando ou reclamando a vida de mais pessoas. Se por um lado temos uma publicidade alienante com as suas falsas promessas de felicidade estimulando-nos a adoptar hábitos de vida prejudiciais à mente e ao organismo, por outro temos uma política de saúde indiferente face à raiz do mal, mais preocupada na rentabilização do sector, assim como também um paradigma médico reducionista dominante intolerante face a outras abordagens de estudo e compreensão do ser integral.
outros, assim como organizações independentes, alertam sobre o aumento alarmante de casos de iatrogenia, isto é, males físicos ou mentais provocados pela intervenção médica, nomeadamente efeitos colaterais provocado pelo consumo exagerado ou inadequado de fármacos. Por sua vez, a Organização Mundial de Saúde indica que um número muito restrito de medicamentos podem realmente ser necessários. Perante tantos indícios de que algo está mal, torna-se imprescindível aplicar a recomendação de Albert Einstein: “O importante é nunca parar de questionar”...
Os factores que influem para uma deficiente política de saúde podem ser complexos, mas não podemos ignorar certos flagrantes. O rumo que o mundo moderno leva, os interesses corporativistas que se sobrepõem aos interesses humanos, o esquema mercantilista em que a indústria médica está mergulhada exige lucros, a intolerância académica e a concorrência feroz no sector podem desvirtuar a ciência e a prática médica, pelo que deve ser motivo de atenção.
No livro “Vinhas de Luz”, psicografado por Francisco Cândido Xavier, no capítulo intitulado “Remédio Salutar”, o espírito Emmanuel afirma: “A doença sempre constitui fantasma temível no campo humano, qual se a carne fosse tocada de maldição; entretanto, podemos afiançar que o número de enfermidades, essencialmente orgânicas, sem interferências psíquicas, é positivamente diminuto.
A maioria das moléstias procede da alma, das profundezas do ser. Não nos reportando ao imenso caudal de provas expiatórias que invade inúmeras existências, em suas expressões fisiológicas, referimo-nos tão-somente às moléstias que surgem, de inesperado, com raízes no coração.
Quantas enfermidades pomposamente baptizadas pela ciência médica não passam de estados vibratórios da mente em desequilíbrio?
Qualquer desarmonia interior atacará naturalmente o organismo em sua zona vulnerável. Um experimentar-lhe-á os efeitos no figado, outro, nos rins e, ainda outro, no próprio sangue.
Em tese, todas as manifestações mórbidas se reduzem a desequilíbrio, desequilíbrio esse cuja causa repousa no mundo mental. O grande apóstolo do Cristianismo nascente foi médico sábio, quando aconselhou a aproximação recíproca e a assistência mútua como remédio salutares. O ofensor que revela as próprias culpas, ante o ofendido, lança fora detritos psíquicos, aliviando o plano interno; quando oramos uns pelos outros, nossas mentes se unem, no círculo da intercessão espiritual, e, embora não se verifique o registo imediato em nossa consciência comum, há conversações silencios
