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Jornal de Espiritismo nº 21 · Abril 2007Página 33 min
Correio do leitor PUBLICIDADE PUBLICIDADE Beneméritos: o reconhecimento dos leitores Lugar Alvite de Baixo, 4540-294 ESCARIZ Tel.: 256 832 875 - Fax.: 256 374 744 - Telem.: 96 603 48 55 geral@imunis.ptwww.imunis.pt O “Jornal de Espiritismo” lançou uma campanha no último número, procurando arranjar beneméritos para este periódico no sentido de garantir a continuidade deste órgão de comunicação social. Levado a cabo com enormes sacrifícios, muita dedicação e carolice, nenhum dos elementos ligados ao “Jornal de Espiritismo” aufere ou recebe qualquer provento do mesmo em situação alguma, antes pelo contrário, abdicando dos poucos tempos livres e gastando verbas pessoais para que as reuniões aconteçam, o planeamento seja efectuado e a distribuição executada a tempo e horas.
Logo na primeira semana, começaram a chegar cartas e e-mails de pessoas des- conhecidas umas e conhecidas outras, a quererem a todo o custo ser beneméritos do “Jornal de Espiritismo”. De realçar a carta de uma farmacêutica que refere: «o “nosso “ jornal não pode acabar, temos de o fortale- cer fi nanceiramente pois é das coisas boas que tenho visto a nível mundial». Outros pediam apenas informações de como fazer o seu pagamento sem exigir nada em troca (a generosidade faz destas coisas, aliás a verdadeira generosidade é aquela que nada exige em troca do que se dá…).
Não poderíamos deixar de realçar a enorme satisfação que é sentir este reconhecimen- to anónimo de quem recebe o “Jornal de Espiritismo” em zonas isoladas de Portugal, onde não existem centros espíritas e onde «o “Jornal de Espiritismo» é o elo de ligação entre mim e vocês, entre mim e a doutrina espírita que tanto gosto de ler e estudar» refere um outro leitor. Já agora, e como têm sido muitas as questões acerca do procedimento para ser benemérito, quem o desejar ser basta- rá informar o “Jornal de Espiritismo” por carta para Apartado 161, 4711-910 Braga, Portugal, com uma fotografi aea assina- tura num papel ou então por e-mail para jornal@adeportugal.
org Quanto ao custo temos uma quota mínima de 20 euros por bimestre (10 euros por mês), sendo esta quota livre para quem desejar doar uma quantia maior. Sempre a bem da divulgação espírita. Aprender Espiritismo escrevendo Aprender Espiritismo escrevendo Aprender O acto de escrever conjuga ideias e sonhos, num misto de prazer e harmonia que abranda o ritmo avassalador das cicatrizes do quotidiano. A escrita não deixa de exigir o aprofundar e explorar do autoconhecimento, em alternativa saudável ao imedi- atismo das imagens abertamente presenteadas sob conjugações materialistas.
Redigir sobre um tema não isenta uma atu- rada pesquisa. Como completar o primeiro pensamento? Como ladear o complexo torvelinho de conceitos que, por vezes, afl oram com agitação? Ou, ainda, como transmitir o exacto sentido da mensagem pretendida, mas acrescido de oportuno facto fi losófi co ou histórico-cultural? Não é em vão que me debruço sobre estas máximas. A escrita motiva o emprego da palavra exacta e do sentido concreto, num tempo extra e num esforço especial.
Facultando-me escrever sobre temáticas da Doutrina dos Espíritos, que a humanidade lentamente vai abarcando, a Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (ADEP) estimulou-me a aprimorar a forma de expressar doutrinariamente sentimen- tos, ideias e concepções condizentes com o vasto leque de informações e adverti- mentos deixados pelo pensador francês (Kardec), numa tentativa de não malogro ou insufi ciência.
A questão da publicação não se me coloca. Regozijo-me apenas pela oportunida- de de ultrapassar os escolhos da minha ignorância, num alegre ensejo de melhor apreender as realidades físicas, psíquicas e espirituais por que o homem passa nas travessias impostas ao longo dos horizontes desconhecidos que a mente humana vai rasgando, à medida que o ateísmo morre para, em seu lugar, os Celestes Mensageiros “plantarem” a Nova Luz.
Estou grata à ADEP pela circunstância de, através da escrita, ir aprofundando o estudo das venturas e desenganos que caracteri- zam e compõem o espírito humano, apor- tado em inúmeros continentes estelares, que astrónomo algum pode calcular, sem perder de olhar o átomo de amor que lhe serviu de base.
