Correio
Jornal de Espiritismo nº 55 · Setembro 2012Página 32 min
Plantas protetoras de ambiente Entre as inúmeras mensagens recebidas e respondidas, destacamos aleatoriamente algumas: quem sabe se as respostas não são também úteis para os leitores? Começamos com a mensagem de um anónimo que indaga em 18 de julho: «Há pouco tempo enviei-vos um e-mail para confirmar algumas dúvidas gerais sobre a ADEP. Uma vez que ainda não pude ir a um centro, gostava de saber se é possível colocar uma questão por esta via.
Não é sentimentos, que eles gostam de estar. Exatamente como acontece entre as pessoas “vivas”. Um carteirista não tem nenhum interesse em andar com um grupo de voluntários hospitalares. Um rufia que gosta de andar à pancada não lhe apetece ir para um mosteiro onde pratica a não-violência. Etc. Então, relativamente às boas ou más companhias espirituais, as plantas, os amuletos, as orações estereotipadas, não adiantam nem atrasam.
É o pensamento que conta. Abraço amigo!». Cremação De Cuba chega-nos às mãos uma carta dactilografada de Vicente Pérez Trujillo datada de 21 de abril: «Mis saludos a todos y el reconocimineto por vuestra publicación que tiene atículos de calidad. Los números adicionales que me enviam se repartem en la provincia Granma. En la Habana, capital de esta nación, se va haciendo costumbre entre algunas personas cremar los cadáveres y quisiera saber como se analiza eso a la luz de nuestra doctrina.
Gracias. Votos de paz». Não é só em Cuba que isso ocorre, Vicente, na verdade em Portugal também. Pelo que aqueles que partiram da vida material nos contam sobre o seu decesso, percebe-se que cada desencarnação (leia- -se falecimento na linguagem do homem da rua) pode ter características tão singulares quão singular é também a vida de cada pessoa neste plano de vida. É possível, porém, juntar quantitativamente dados e configurar alguns modelos mais habituais, sendo certo que uma vida de consciência reta, verdadeiramente fraterna, vivida sem apego aos bens materiais propicia eventualmente uma libertação mais rápida.
Entre eles, sumariamente, destacamos os casos em que o desligamento do corpo físico ocorre de forma mais fácil e aqueles outros em que isso se passa de maneira mais difícil – um caso extremo é o de suicídio, em que o desligamento é particularmente lento e difícil, como se sabe. Nos casos que se enquadram neste último item é compreensível que possa haver em muitas situações os ecos de sensibilidade de que nos falam os amigos espirituais.
Nos outros nem por isso. Poderá então o Espírito desencarnado sofrer com a cremação dos elementos cadavéricos? Emmanuel, no livro «O Consolador», psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier, responde foto loucomotiv NOVEMBRO.
