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Fenomenologia (pág. 9)

Jornal de Espiritismo nº 61 · Novembro 2013Página 93 min

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foto loucomotiv NOVEMBRO.DEZEMBRO 2013 sido efectuado um pequeno filme sobre a sua pessoa. Seria possível encontrar essas informações na internet com muita pesquisa, mas não é crível que assim seja, tendo em conta que não conheço ninguém do centro do médium que recebeu a mensagem, nem o próprio médium. Quando o espírito refere “Mas em especial quero enviar para um correspondente especial José Carlos Miranda Lucas (José Lucas) (Portugal)” , de facto o Engº Hernani escrevia-me muitas vezes, pacientemente, em longas cartas, quer manuscritas, quer dactilografadas e, essa correspondência durou muitos anos.

De realçar que nas cartas, ele usava o meu nome completo e quando falávamos, ele tratava-me por José Lucas ou por Lucas. Quando o espírito escreve “Tentei fazer contacto consigo na rádio (estavas gravando) e aí os aparelhos não funcionam”, isto é rigorosamente verdade. Há uns tempos atrás, no estudo do Evangelho no lar, que efectuo sozinho, lembrei-me de colocar um gravador digital a gravar por 2 ou 3 vezes, para que o gravador captasse alguma coisa e, pedi aos espíritos se poderiam deixar alguma mensagem.

Nunca contei isto a ninguém, de modo que ou o médium correu o risco de adivinhar algo que recebido a mensagem de Abril, pensei (sem ter falado com ninguém sobre as minhas questões mentais) porque seria que o Engº Hernani me dava tanta importância, que ligações teríamos. É muito interessante que a resposta à questão mental veio, nítida e directa. Como o médium poderia saber isto? Também após a 1ª comunicação em Abril, pensei (sem ter falado a ninguém sobre a minha ideia) criar um grupo de transcomunicação instrumental (TCI), a fim de tentarmos comunicação com o Engº Hernani ou outros espíritos.

Quando ele se refere, na 2ª comunicação, que no futuro haveria mais contactos, quer parecer-me uma resposta a estas ideias que ninguém sabia na Terra. No dia 5 de Julho, pelas 19H46, hora de Portugal, estando a teclar no “facebook” com o médium Florêncio Anton, que vive no Brasil, em que ele me questionava acerca de assuntos de Portugal (é raríssimo conversarmos “online”) de repente, e sem qualquer ligação com a conversa, ele começa a escrever coisa estranhas como “ajuste os equipamentos”, “em breve vão - -se comunicar com maior nitidez”, “construa o laboratório”, “estação” .

Eu indaguei junto do médium, que não estava a perceber nada da conversa e, ele referiu, que a meio da conversa apareceu-lhe um espírito que lhe dizia para transmitir isso. Depois apareceu o termo “voice decodificator”, e “Sábado é sempre o melhor dia”. Fiquei atónito, pois o Florêncio não podia saber disto e muito menos a uma questão mental que me bailava na cabeça, e que não tinha partilhado com ninguém, que era “qual seria o melhor dia para iniciar essa actividade de TCI”.

Afinal os “mortos” falam-nos, quando querem e podem e, estão tão vivos como nós! José Lucas Jornal de Espiritismo (JDE) - Sendo diplomata de Portugal, como é que começou a interessar-se pela espiritualidade? Anabela Cardoso (AC) - No meu livro ‘Electronic Voices, Contact with Another Dimension?’ explico a série de circunstâncias objectivas, digamos assim, que me levaram a esta pesquisa. Para além delas existiu, também, a necessidade subjectiva de saber mais sobre a Vida ou, melhor dizendo, de tentar saber mais.

JDESegue alguma religião, filosofia, doutrina ou é uma “freelancer” espiritual (risos...) ACRealmente não sigo absolutamente nenhuma religião, filosofia ou doutrina. Sou, e gosto muito de ser, livre pensadora.