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estes Edgar Armond chamou, de “exilados”

Jornal de Espiritismo nº 8 · 2005Página 114 min

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E aqui entendemos o motivo por que o Pai cria novos mundos continuamente. E como tudo se encontra ligado como corrente, escolhemos as conclusões de Johann Friedrich nos inícios do século XIX, refutando com abundantes provas as apriorísticas pretensões dos evolucionistas: "Se compararmos os dados científicos com a narração bíblica da criação, concluímos que estão de acordo tanto como é possível conceber.

Descobrimos, em efeito, na ciência e na Bíblia os mesmos reinos, entre eles a mesma diferença. E dada por Moisés exactamente a sequência cronológica da sua aparição.

terrestres. Aparece por fim o homem, último de todos. Tal é a verdadeira sucessão dos seres; bem assim são os diversos períodos da história da criação, períodos designados sob o nome de dias. E aproveitando, reportamo-nos ao reino inorgânico, para o entendimento, ainda que limitado, da formação do que existe que será uma meta inatingível por enquanto, mas à qual podemos ir adiantando algumas teses em relação ao nosso nível de entendimento e às obras que nos trazem a sustentação.

” A partir da teoria da relatividade, chegou-se a conclusão que o Universo está em expansão. Esta teoria foi formulada inicialmente na década de 20 mas só na década de 60 é que pode ser comprovada através do uso de aparelhos em laboratório. Se o Universo está em expansão significa que em alguma altura todo o Universo estava no mesmo ponto, comprovando que houve, inicialmente, uma grande explosão chamada comumente de Big Bang.

No %VI'O “A Génese”, Allan Kardec fala-nos de centros de criação primária, e apesar de não serem conhecidos à época, observámos na exposição acima que tem paridade científica com os “berços de estrelas”, vulgo científico das nebulosas, onde tudo começa. E se nos adentrarmos na obra observamos que, mais uma vez em paridade com a ciência convencional, o Universo conhecido pela Humanidade é resultado no Fluido Cósmico Universal que se encontrava condensado e que por vontade amorosa do Criador se deu a grande explosão dando origem a todos os elementos desde o simples hidrogénio até ao complexo urânio.

No entanto, temos no raciocínio que esta grande explosão serviu para o início da condensação da energia. Mas o estudo da criação só é possível à mec%ída ue se vão descobrindo os átomos. Faz parte ãe uma lei antiga... estudar o micro (átomo) para entender o macro (Cosmo). Como temos lido algumas conclusões científicas que atestam que o envelhecimento do planeta acabará por resultar numa explosão, também considerada em algumas profecias, pusemo-nos a pensar na coerência perante a Doutrina Espírita.

Na verdade, a nossa sustentação planetária, que estudamos para entender os outros planetas e satélites do universo, está enfraquecida. Os recursos que dispomos no planeta acabarão por se esgotar com o passar dos milénios e é coerente que o planeta se consuma a partir do núcleo criando um explosão. Na teoria de Hawkins no livro O Universo numa Casca de Noz, informa o autor a possibilidade da existência de outros universos, já que o nosso apresenta uma curvatura que lhe dá um aspecto de uma noz.

E se estes existem e o Pai está em constante transformação e criação é possível que o nosso sistema passe por uma renovação depois de explodir, sendo criado um novo início, cíclico, proporcionando novos recursos e novo ambiente, para os seres da criação evoluírem. Isto num infinito de sistemas e universos mergulhados em Deus. Sabemos, na Doutrina dos Espíritos, que passamos por todos os reinos de evolução e que iremos participar dos trabalhos da criação, assim que atingirmos elevação intelecto-moral para tal.

Então, observando todos os reinos (mineral, vegetal, animal, hominal) e dispondoos cronologicamente, temos que também participamos na sustentação planetária desde a nossa criação, facto que veremos no próximo artigo...

Texto: Frederico Honórioalvoradanova&iol.pt ; frederico.honorioOnetvisao.pt opinião

O centro espírita é um local onde as pessoas se dirigem pelas mais diversas razões. Uns procuram ajuda na solução dos seus problemas, sejam estes de carácter material e físico ou espiritual; outros têm curiosidade e desejam saber mais acerca de si, do mundo e da vida, e procuram assim o estudo.

No livro Na Seara do Bem, podemos ler: “O Centro Espírita é sempre uma estrela que se desprendeu do infinito céu da bondade divina e incrustou-se na Terra, para clarear os caminhos dos homens...”. Assim sendo, não deverá surpreender-nos que tudo seja iluminado de belíssimas vibrações, oriundas das actividades efectuadas. “O clima de paz, as emanações saudáveis e as luzes que envolvem a casa são resultantes do trabalho edificante, das orações, do pensamento rectilíneo e da mensagem consoladora que há anos tem sido vinculada, para proveito de quantos venham a esta Casa de Jesus”.

Aqueles que já entraram num centro espírita, sabem minimamente como se processam os trabalhos num dia de reunião pública, desde a recepção das pessoas e o atendimento fraterno, até à palestra e o passe. No entanto, esses são os trabalhos da forma como nós os vemos, semana após semana.

Na verdade, como se de uma nova dimensão se tratasse, enquanto assistimos ao que decorre num dos dias públicos, muito trabalho passa despercebido aos nossos sentidos limitados. Se nos fosse possível analisar com um Raio-X o que acontece no centro espírita em termos das actividades desenvolvidas pelo mundo espiritual, ficaríamos fascinados. Uma vez mais, em Na Seara do Bem, lemos “(...) No ambiente da Casa Espírita há um outro ambiente “inexistente”. (...) O nobre salão ampliava-se para além das paredes. (...) O núcleo de serviços estava todo envolto por | um halo de luz protector.” O mundo