Breves (pág. 7)
Jornal de Espiritismo nº 83 · Julho 2017Página 72 min
foto aee Alentejo, onde as planícies se perdem de vista e a força da terra marca o tempo que tanta história conta, histórias que vale a pena recordar, conhecer e sobre elas escrever novas linhas. Este Alentejo de tanto encanto é a maior região do país, maior nas suas dimensões geográficas, mas hoje, maior também na necessidade de alimento para a alma já que o trigo de que se faz o pão continua a brilhar ao sol de cada dia.
A Associação Espírita de Évora (AEE) à semelhança dos anos anteriores promoveu o Encontro Espirita no Alentejo, com o sentido de levar a Doutrina Espírita para fora das portas da Associação. No passado dia 9 de abril, a AEE organizou, com o apoio da FEP, o Encontro Espírita no Alentejo, desta vez na cidade de Beja, procurando não só difundir a Doutrina Espírita por todo o Alentejo mas também levá-la de volta à cidade de Beja, que no início do século XX era considerada o principal núcleo do Espiritismo no Alentejo.
Vale a pena recordar, ou até dar a conhecer que em Beja existia o Centro Espirita Espiritismo em Terras alentejanas “Reflexos da Verdade”, o jornal “Voz do Além” e todo o Alentejo contava com dezenas de localidades recenseadas no movimento espírita à época. O Encontro Espírita no Alentejo deste ano teve lugar no auditório do NERBE (Núcleo Empresarial da Região de Beja) e foi subordinado ao tema “A Vida Além da Morte”.
Contou com a colaboração amiga de vários palestrantes de diferentes regiões do país. Neste evento estiveram presentes cerca de 140 pessoas, num agradável dia de convívio, reencontros e partilhas. Por se fazer tão importante a divulgação da Doutrina Espírita no Alentejo, no dia 18 de junho teve lugar na cidade de Moura, no Cine Teatro Caridade, um encontro com o tema “Espiritismo e a Imortalidade da Alma”, que iniciou às 14h30 com entrada livre.
Este evento visa também apoiar o CEFEM – Centro de Estudos de Filosofia Espírita de Moura divulgando a existência e atividade do mesmo em torno do ideal espírita. Por Ana Duarte JULHO.AGOSTO.
