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Entrevista a frequentadores Sabia que?

Jornal de Espiritismo nº 91 · Novembro 2018Página 183 min

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O Espírito encarnado, em momentos de desprendimento do corpo, tem, por vezes, conhecimento da época da sua morte, prevendo-a até com grande exatidão? Foi graças à manifestação do Espírito que se identificou como Ramon Y Cajal fornecendo a Divaldo Pereira Franco o nome, número de telefone e mais tarde o próprio endereço da terapeuta Dolores Paz y Peres que o médium viu em 1967 abrirem-se-lhe as portas para a divulgação do Espiritismo em Espanha?

A primeira entrevista da ADEP.TV, na sessão experimental, ao vivo, foi com Paula Silva, médica, presidente da Associação Médico-Espírita do Norte? Kardec advertiu os grupos espíritas nascentes para a necessidade de homogeneidade e comunhão de pensamentos e sentimentos, enfatizando que tal providência é a condição “sine qua non” da estabilidade e da vitalidade dos grupos, para a qual todos os esforços devem ser dirigidos (“Revista Espírita” de 1864, pág.

306)? Há muito, muito tempo, num reino muito longínquo, existia um rei muito sábio. Todos gostavam muito dele. Apesar da sua sabedoria, as suas funções nem sempre eram fáceis e como não queria falhar com o seu povo, ia pedindo todos os dias a Deus que o ajudasse a ser capaz de saber sempre escolher entre o Bem e o Mal. Certo dia, apareceram junto de sua majestade, duas mulheres que diziam ser mãe da mesma criança. O rei pensou como podia ser aquilo, uma criança ter duas mães.

Viu que tinha um caso bem bicudo para resolver. Estava mais que visto que uma das mulheres estava a mentir e, mais uma vez, teria de conseguir resolver entre o Bem e o Mal. À sua frente lá estavam as duas mulheres numa grande briga e o bebé, no meio, a chorar com aquela gritaria. - O bebé é meu filho! É meu! – gritava uma com as lágrimas a correrem pelo rosto. - É meu, majestade! O bebé é meu. – dizia a outra. Depois de pensar um pouco, o Rei manda os seus guardas colocarem o bebé numa cesta, no chão, no meio das duas mulheres e traçar um risco no chão para marcar o meio entre elas.

- Agora, os meus guardas vão atirar a cesta ao ar e as duas mães terão de tentar apanhá-la. Quem a conseguir apanhar e manter-se no seu lado do risco, ficará com a criança. O povo estava pasmado com a atitude do seu Rei. Como é que, atirando o bebé ao ar, se iria provar quem era a verdadeira mãe? - Pois seja! Eu vou apanhar a cesta e conseguir ficar com o meu filho. – disse uma cheia de confiança. A outra porém ficou muito aflita com a situação e, sem pensar duas vezes, gritou: - Não!

Por favor, não...! Não atirem com o meu filho ao ar. Ele pode cair e ficar muito magoado. Ela que fique com a criança... – e começou a chorar vencida. O Rei de imediato tomou a decisão sem ter de iniciar aquela luta. - A mãe da criança é aquela que não quer que atirem o bebé ao ar. Ela tem o verdadeiro amor em relação ao seu filho, pois evita ao máximo que algum mal lhe aconteça. A outra mulher não se importa que a criança corra o risco de cair.

Não o sente como filho. Não é a mãe dele. A verdadeira mãe que agora chorava de alegria, pegou no seu bebé e foi para casa em paz. Todo o povo ficou ainda mais grato por terem aquele rei, tão justo e tão sábio. (Conto popular) Verdadeiro amor INFANTIL Por Manuela Simões 06 A mais trágica de todas as circunstâncias que envolvem a morte, de consequências devastadoras para o desencarnante é, sem dúvida, o suicídio? NOVEMBRO.