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Atualidade

Jornal de Espiritismo nº 67 · Setembro 2014Página 101 min

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Parece contar talvez 30 anos de idade e o olhar revela preocupação. Chama-se Isabel e vem pela primeira vez a esta associação espírita. Numa conversa privada, alega ter esperança de por fim encontrar quem a ajude. Diz ver entidades espirituais quando menos espera e isso desagrada-lhe. Algumas são inoportunas e chegam a perturbar. A pergunta chegou: como me posso ver livre disto? Primeiro, há de entender que não é como carregar num botão.

Também não é como ir ao supermercado, ver e trazer na hora. Por outro lado, não é também doença. Assim, não é caso para andar à procura de uma cura, mas faz todo o sentido amparar, prestar informações que ajudem a educar essa forma de sensibilidade. Quer esta indagação quer outras afins surgem sempre que a mediunidade aflora em alguém e provoca dúvidas, leva a varejar soluções, acarreta alguma frustração e uma data de outros itens...

mas, afinal de contas, quem procura encontra. Por exemplo, se tem por hábito beber vinho às refeições, não exagere por muito que lhe apeteça. Anotamos algumas perguntas relacionadas que escutámos numa associação espírita, em bruto, tal como surgiram. Procuraremos dar uma resposta possível, sendo certo que estes assuntos devem ser revistos e reanalisados ao longo do tempo. Afinal, o que é a mediunidade? A palavra deriva do latim “medium” que Allan Kardec passou a utilizar em meados do século XIX para definir uma modalidade da sensibilidade humana que serve de interface entre o plano material e o plano espiritual.

Por isso, médium, agora aportuguesado, é a pessoa que de alguma forma consegue servir de meio MEDIUNIDADE E SINTONIA Tema recorrente: como analisar a íntima relação entre mediunidade e sintonia, sobretudo quando se tem em conta a afluência às associações espíritas de pessoas surpreendidas por uma faculdade que pensam ser indesejável? NOVEMBRO.DEZEMBRO.