Atualidade
Jornal de Espiritismo nº 71 · Junho 2015Página 101 min
Nem sempre isso ocorre com bons conteúdos mas, no caso, os leitores podem deitar qualidade nisso porque não há volta a dar: a entrevista foi excelente. Desmistificou mitos a eito! Quem ainda não viu encontra-a no Youtube.* É certo que uma ou outra pessoa fora de contexto estranhará que uma distinta médica se interesse pela doutrina espírita e pela mediunidade, aquela sensibilidade que de alguma forma permite passar mensagens do plano espiritual para o plano material.
Mas, sabe, a verdade é que se puxarmos o filme atrás, encontramos historicamente no movimento espírita portuguêsantes da reEspiritismo e Medicina: uma atração natural A entrevista que Gláucia Lima, psiquiatra e estudiosa de espiritismo, deu a Fátima Lopes na televisão no passado dia 9 de junho, no programa “A tarde é sua”, da TVI, teve um verdadeiro “boom” de partilhas nas redes sociais da internet, já para não falar da audiência em direto.
pressão da ditadura salazarista (terminada em 25 de abril de 1974) que perseguiu também os simpatizantes do espiritismo -, por exemplo, Amélia Cardia (1855/1938), uma das primeiras cinco senhoras portuguesas a licenciar-se em Medicina no país. A sua tese de licenciatura foi sobre “Febre Hystérica”. Não foi apenas médica, também deixou serviço como escritora. Com apenas duas décadas de distância, temos um outro grande vulto do movimento espírita português do início do século XX, António Joaquim Freire (1877/1958), também ele médico e espírita.
As suas palestras na cidade do Porto eram notícia em vários JULHO.AGOSTO.
