direitos reservados Entrevista a frequentadores Micaela Santos tem 30
Jornal de Espiritismo nº 82 · Maio 2017Página 184 min
foto direitos reservados Entrevista a frequentadores Micaela Santos tem 30 anos, trabalha como administrativa, sendo natural de Caldas da Rainha, Portugal. Como conheceu o espiritismo? Micaela SantosDesde muito nova que tinha a sensação de ser diferente de outras crianças e a curiosidade de querer saber mais sobre mim e sobre tudo o que nos envolve enquanto seres humanos levou-me a aprofundar todas as minhas questões, que tinham de ter uma resposta.
Sem dúvida encontrei-as na doutrina espírita e na continuação do seu estudo. Sabia que? Reticente na aceitação do Espiritismo, mas sentindo, aos poucos, a fragilidade das suas convicções, William Crookes escreveu, em carta dirigida a um amigo, a poética declaração: “Sou, com relação às teorias espíritas, como um seixo na praia; ainda a água não me cobre mas, sinto que, a cada maré, vou sendo arrastado um pouco mais para o mar.
”? Em “Nosso Lar”, colónia espiritual próxima da Terra, dada a conhecer pelo Espírito André Luiz, a Lei do Trabalho é rigorosamente cumprida, tendo todos direito ao descanso após o trabalho, à excepção do Governador que trabalha sempre? Foi em 20 de junho de 1909 (ano em que viria a desencarnar) que César Lombroso anunciou em carta ao diretor da “Revista Internacional de Espiritismo Científico”, que já se encontrava na posse de uma editora de Turim (Itália), para publicação, aquela que viria a ser a última obra do grande criminologista italiano, “Ricerche sui Fenomeni Ipinotici e spiritici” cuja versão americana saiu com o título “After the death-What?
”? O fenómeno do sonambulismo acontece quando a alma, parcialmente liberta do corpo, adquire propriedades que lhe permitem ver e ouvir além dos limites que os órgãos dos sentidos lhe impõem quando encarnada? Frequenta algum centro espírita? Micaela SantosSim, frequento o Centro de Cultura Espírita, de Caldas da Rainha. Qual a sua opinião acerca do «Jornal de Espiritismo»? Micaela Santos – Para mim, enquanto espírita, é o meu jornal, que aborda os temas que nos rodeiam.
Acho de todo importante e tenho pena que não seja mensal. Do que já conhece do Espiritismo, mudou alguma coisa na sua vida? Micaela SantosSim, mudou, claro. Hoje em dia tenho muitas das minhas respostas e, muito mais perguntas, numa aprendizagem constante. Tenho a certeza que esta vida é só uma 06 No dia do lançamento do livro “Quedas e Ascensão” ditado pelo Espírito Victor Hugo a Divaldo Pereira Franco, que teve lugar num Shopping em São Paulo(Brasil), o médium cumprimentou, em quatro horas, mais de mil pessoas e autografou 780 livros, batendo todos os recordes de um lançamento?
passagem, e dela quero levar o melhor conhecimento que puder, pois no fundo, só levamos isso mesmo, o bem que fazemos aos outros, e o conhecimento que adquirimos. Era uma vez um menino chamado Espalha Brasas que vivia com os seus pais numa pequena aldeia. Era assim conhecido, embora o seu nome verdadeiro fosse Miguel, porque nada fazia com atenção e à sua volta punha tudo num reboliço e alvoroço. Miguel era um menino simpático, mas por vezes era muito irrequieto e tinha sempre novos planos na sua cabeça.
Começava um trabalho e logo depois, nem o acabava, desanimado largava-o para se meter noutras aventuras. Tudo o que começava tinha o mesmo fim – nunca era acabado. Os pais bem que conversavam com ele, mas de pouco adiantava. - Começas tudo e não acabas nada… - diziam os pais repetidamente. Num certo dia, o seu pai chamou-o para a rua e, com um jornal e um lupa na mão, foram para o sol. - Vou mostrar-te uma coisa muito interessante.
Imagina-te num laboratório, vamos fazer uma experiência. O pai colocou a lupa virada para uma folha de jornal e via-se um raiozinho do sol a passar pela lente até à folha de jornal. Rodopiou a luzinha na folha e aquela experiência até lhe pareceu engraçada, mas não passou disso mesmo, apenas engraçada e nada mais. De repente, o pai parou de rodopiar a lente e fixou o raiozinho de sol só num ponto do jornal. Imóvel e quieto, o menino nada via acontecer e estava-lhe a parecer que a experiência já teria acabado.
Dentro de poucos minutos, o papel começou a produzir uma faísca e incendiou-se. Da experiência surgiu um furo na folha do jornal. O menino ficou encantado com a experiência. O pai aproveitou o fascínio do menino para lhe explicar que tudo o que se faz na vida tem o mesmo comportamento. - Enquanto o raio de sol não parou de saltitar pela folha, nada aconteceu. Depois de ficar imóvel a apontar um ponto apenas, surgiu um buraco.
Para conseguirmos qualquer coisa na vida é muito importante concentrar todas as nossas forças no trabalho que estamos a fazer e não desistir até chegarmos ao fim. É só mesmo necessário a concentração de esforços e a paciência. O Miguel passou a esforçar-se para fazer as coisas com maior concentraçãoenão desistir à primeira quando o desânimo o visitava. (texto adaptado de “E, Para o Resto da Vida…” – Wallace Rodrigues; Editora O Clarim) Concentrar forças INFANTILManuela Simões MAIO.
JUNHO.2017 DIVULGUE OS ACONTECIMENTOS DA SUA ASSOCIAÇÃO Envie as suas notícias para adep@adeportugal.org e, para além de ser enviada por e-mail, será inserida na Agenda do movimento espírita português, no respectivo dia e mês, facilitando assim a consulta de eventos espíritas nacionais. Aceda a essa agenda em www.adeportugal.org. CUPÃO DE ASSINATURA Desejo receber na morada que indico o “Jornal de Espiritismo” durante uma ano, pelo que junto cheque ou vale postal a favor da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal, JE, Apartado 161 – 4711-910 BRAGA (portes incluídos).
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