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direitos reservados Entrevista a frequentadores Francisco António Cebo

Jornal de Espiritismo nº 84 · Setembro 2017Página 184 min

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foto direitos reservados Entrevista a frequentadores Francisco António Cebola Mogas tem 53 anos, é militar e está a viver atualmente em Santarém. - Como conheceu o Espiritismo? Francisco MogasAtravés de um amigo. - Frequenta algum centro espírita? Francisco Mogas – Sou frequentador e trabalhador da Associação Cultural Espí- rita de Santarém. - Qual é a sua opinião acerca do «Jornal de Espiritismo»? Francisco MogasExcelente meio de di- Sabia que?

Criado por Deus para ser feliz, o Espírito imortal lança-se na construção da sua própria felicidade dotado de duas ferramentas essenciais para a conquistar: Inteligência e Livre-arbítrio? Adelino Silveira tendo observado que, num só dia, Francisco Cândido Xa- vier, com 88 anos de idade, tinha beijado as mãos de centenas de pes- soas que o procuraram e vendo-lhe, por causa disso, os lábios a sangrar, perguntou-lhe porque beijava as mãos àquela gente, ao que o médium respondeu com humildade: “Porque não me posso curvar para lhes beijar os pés”?

O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, Portugal, é um dos Centros Espíritas que mais jornais de Espiritismo (ADEP) distribui no país, rondando os 200 exemplares em cada bimestre? Os 12 volumes da “Revista Espírita”, o livro “Viagem Espírita em 1862”, os livros “O que é o Espiritismo”, “O Livro dos Espíritos”, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “O Livro dos Médiuns”, “O Céueo Inferno”, “A Génese” e “Obras Póstumas”, compõem a obra literária de Allan Kardec, num total de 20 volumes?

vulgação da doutrina, sempre com assun- tos atuais e pertinentes, tendo na minha opinião de alargar o seu mercado de dis- tribuição ao nível nacional. - Do que já conhece do Espiritismo, esta doutrina mudou alguma coisa na sua vida? Francisco MogasQuando o meu pai, ao fim de um ano de conhecer a doutrina espírita, chegou ao pé de mim e me dis- se emocionado que eu era outra pessoa para melhor, então cheguei à conclusão de que teve alguma influência na minha mudança como pessoa.

O relacionamen- to com os familiares e amigos melhorou a 200%. Há muitos, muitos anos atrás, quatro ir- mãos com o pai eamãe, viviam numa pequena aldeia, algures num recanto muito bonito do mundo. Era uma família em que todos tentavam trabalhar em conjunto para que tudo fosse mais fácil e divertido. Porém, nem sempre isso acontecia. Principalmente, dois dos irmãos, andavam sempre a disputar qual deles conseguiria fazer menos que o outro, ou mandar mais no outro.

- Afonso vai dar comida aos pintos. Eu estou muito cansado. – Ordenava um deles. - Eu sou mais velho, por isso, esse tra- balho, és tu que o vais fazer. Eu mando mais do que tu! – Refilava o Carlos que, dos dois, era realmente mais velho um ano. Todas as tarefas eram um cabo dos trabalhos para ver quem mandava em quem e quem ficava a descansar. Um dia, o pai cansado de tantas tei- mosias chamou os dois rapazitos ao quintal onde havia uma pilha de lenha.

Nesse monte existiam toros de madeira que ainda precisavam ser serrados em tamanho mais pequeno. Pôs de lado um dos toros maiores e ex- plicou-lhes a tarefa que teriam de fazer. O toro iria ficar no meio dos dois. Depois, com a serra grande, cada um de cada lado teria, ora de empurrar, ora de puxar. Os outros irmãos, juntamente com a mãe, vieram assistir à cena de trabalho que es- tava a acontecer entre os rapazitos irmãos.

O Carlos, para provar ao pai que era melhor do que o irmão, começou a serrar o mais rápido que conseguiu. Mas, de cada vez que empurrava ou puxava a serra, mais de- pressa do que o irmão, a lâmina curvava e fazia-os cair. Aos poucos começaram os dois a perceber que serrando à mesma velocidade e com a mesma força, o trabalho corria melhor. Foram aprendendo a criar o mesmo ritmo, a empurrar e a puxar. Serrar estava já re- almente a resultar.

Quando terminaram, o toro abriu em duas partes, e os rapazinhos, cansados, mas felizes, deram pulos de con- tente. Sentados em círculo, todos os elementos da família conversaram alegres e disseram o que tinham aprendido daquela lição. -Trabalhar em conjunto pode não ser fácil, mas se o fizermos com o mesmo esforço e ritmo, tudo se tornará mais leve! – Conclu- íram todos. A partir daí, todas as tarefas passaram a ser divertidas e simples de realizar.

(Texto adaptado – Histórias e Ilustrações, vol.4 – 2003 – Editora: Federação Espírita do Paraná) Trabalho em grupo INFANTIL SETEMBRO.OUTUBRO.2017 DIVULGUE OS ACONTECIMENTOS DA SUA ASSOCIAÇÃO Envie as suas notícias para adep@adeportugal.org e, para além de ser enviada por e-mail, será inseri- da na Agenda do movimento espírita português, no respectivo dia e mês, facilitando assim a consulta de eventos espíritas nacionais.

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