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Edição nº 89
Jornal de Espiritismo – Edição 89 – Julho/Agosto 2018
Abril · 201820 páginas
A edição 89 do Jornal de Espiritismo aborda temas como a mediunidade nas Jornadas de Cultura Espírita, a relação entre medicina e espiritismo, e a superação do medo da morte através da compreensão espiritual. Destaca a importância da afabilidade e da doçura para a alma, e a essência da educação espírita através do exemplo dos pais, fortalecendo o vínculo com Deus e cultivando bons sentimentos desde a infância.
- “As Jornadas de Cultura Espírita do Oeste focaram-se na 'Mediunidade: do Paleolítico à Atualidade', em Caldas da Rainha.”
- “O medo da morte é uma sensação instintiva reforçada pelo receio do desconhecido, que muitas vezes pode ser superado pelo estudo espiritual.”
- “A educação espírita é baseada no vínculo familiar e na demonstração de amor e crença, refletindo nos exemplos dados às crianças.”
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Abre o artigo em texto com leitura em áudio89 JDE J U L H O . A G O S T O . 2 0 1 8 JORNAL BIMESTRAL DA ASSOCIAÇÃO DE DIVULGADORES DE ESPIRITISMO DE PORTUGAL D I R E T O R . U L I S S E S L O P E S | P R E Ç O € 0 . 5 0 Na região Centro do país, acessível a quem mora quer no Sul quer no Norte, as Jornadas de Cultura Espírita do Oeste decorreram no Centro de Congressos de Caldas da Rainha com a presença de meio milhar de pessoas no fim de semana de 21 e 22 de abril e tiveram por tema «Mediunidade: do Paleolítico à Atualidade». 9 ENTREVISTA OUTUBRO: MEDICINA E ESPIRITISMO Dias 27 e 28 tem lugar um Seminário de Medicina e Espiritualidade no Porto. foto ulisses.com.pt Mediunidade nas Jornadas de Cultura Espírita ? 16 IMPRENSA MEDITAÇÃO Algo mais do que discorrer sobre um suposto revés desta técnica. 15 OPINIÃO VELHICE A esperança de vida foi estimada em 80 anos... 19 SUSTENTÁVEL CEGUEIRA ECOLÓGICA? As condições ecológicas de enorme riqueza desde há 10 mil anos foram decisivas, mas são frágeis . 10 A N O X I V JULHO.AGOSTO.2018 Viver cá dentro 02 . JORNAL DE ESPIRITISMO EDITORIAL / CONTO A afabilidade e a doçura são redondas como um sorriso. Fazem bem à alma, contagiam, mas con - fesso ser difícil tê-las sempre no seu me - lhor. É próprio de um trabalho milenar que se estende para trás e se adivinha muito mais para diante. Mesmo assim, são clareiras que se abrem nos múltiplos afazeres do dia a dia sobre - tudo quando encontramos pessoas que gostamos muito de rever. Esse dado é conquista ganha no roteiro já percorrido, nada de mais. O desafio, po - rém, encontra-se bem descrito nas boas notícias que Jesus de Nazaré nos deixa quando, de forma desconcertante, nos pede não só que gostemos(!) mas que amemos os inimigos. Se assim não for, como ficar à altura de sermos filhos da “inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas”? A gente fica a pensar… O desiderato não é pêra doce, mas está na pauta de serviço. Como reagimos quando alguém não per - corre a mesma cartilha de opinião que em dado momento consideramo
