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Capa da edição nº 11 do Jornal de Espiritismo

11Jornal de Espiritismo nº 11

2005 · 24 secções · ≈ 98 min de leitura

A edição nº 11 destaca a entrevista com a investigadora Dora Incontri sobre pedagogia espírita e aborda a interface entre saúde mental e mediunidade através do transtorno obsessivo-compulsivo. O periódico explora temas como a imortalidade da alma sob a ótica científica, a importância do trabalho e da virtude na evolução humana, além de lançar uma biblioteca virtual em CD para revolucionar o estudo da doutrina.

Pedagogia Espírita
Saúde Mental
Imortalidade da Alma
Ética e Virtude
Divulgação Doutrinária

Capa

Página 14 min

Julho/Agosto de 2005 | Ano 1l | N.º 11 | Jornal bimestral da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal | Director: UÚlisses Lopes | Preço: € 0,50 PORTUGAL PUBLICAÇÕES

E PERIÓDICAS A % BRAGA P Em TAXA PAGA

Tll;anstprno Entrevista com Dora Incontri: obsessivo- º 2 . -compulsivo Pedagorgia espirita O médico e professor Iso Dora Incontri é investigadora e escritora. Teixeira fala-lhe da relação entre doença e Dedica a sua vida ao ensino. Mestra, mediunidade. doutora e pós-doutorada em Filosofia pág. 4 da Educação pela Universidade de São Paulo, Brasil, é ainda fundadora da Ambi?à.º,. ética Associação Brasileira de Pedagogia e espiritismo Espírita. Concedeu uma entrevista Ganhar dinheiro, casar exclusiva ao «Jornal de Espiritismo».

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pouco, passo a passo, a virtude será interiorizada, e só porque ainda

Página 24 min

o a pouco, passo a passo, a virtude será interiorizada, e só porque ainda não somos seus companheiros em regime de permanência, não há por que desanimar. Os segundos fazem minutos e estes criam horas; estas estruturam dias e estes anos, lançando séculos, erguendo milénios. Nesta vida já estamos melhores do que na(s) anterior(es). Um dia, sem esperarmos, teremos a virtude como a própria sombra. Só temos que dar os primeiros passos; estes ensinam o

caminho aos que os seguirão! Texto: Jorge Gomesjorge . je&clix.pt

corações se afastem, não digam palavras que vos distanciem mais, pois chegará o dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

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Página 4

Página 44 min

no caso do sr. MJ... Quando o sr. Leitor afirma que pessoas lhe revelam ser ele “um grande médium curador”, sem o mínimo de conhecimento dos seus sintomas e da sua pessoa, e o estimulam a aplicar passes em outras pessoas, isto denuncia como alguns centros espíritas, em Portugal (embora seí'a de ocorrência frequente no Brasil), estão mal orientados doutrinariamente, faltando estudo sério da Doutrina dos Espíritos...

Não há nenhum sinal ou sintoma específico, revelador de mediunidade de um indivíduo (a este respeito, leia-se o item 200, Cap. XVII, de O Livro dos Médiuns, de ALLAN KARDEC, especialmente as páginas 237 e 238 (op. cit. Edit. FEB, Rio de Janeiro, 30 ? ed.); além disso, confunde-se mediunidade geral ou estática (que todos nós a possuímos) com o mediunato ou mediunidade dinâmica, isto é, mediunidade de serviço ou missionária)...

E desaconselhável a participação nas mesas mediúnicas de pessoas com qualquer tipo de doença, especialmente, a aplicação de passes por estas; porque, já o dissemos nesta secção, quem está doente precisa de “fluidos restauradores” e não cabe a um doente doar seus fluidos, pois tal comportamento seria semelhante à recomendação a uma pessoa com grave anemia que doasse seu próprio sangue! Enfim, uma total falta de bom senso de alguns dirigentes espíritas portugueses, e também brasileiros, pois temos notícias de que isso

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nenhuma doença mental

Página 54 min

de nenhuma doença mental. Além disso, eles também apresentaram uma boa adequação social e demonstraram ter uma saúde mental melhor que a da população em geral". Não houve correlação entre

O psiquiatra brasileiro ressalva ainda que os resultados da investigação se referem especificamente a médiuns espíritas com actividades regulares em centros espíritas. "Para eles trabalharem nos centros são necessários dois anos de cursos, além da participação semanal nas reuniões mediúnicas", afirma. "Durante muito tempo a psiquiatria encarou a mediunidade como um transtorno mental", relata o doutor Alexander de Almeida e conclui: "Só a partir das décadas de 50 e 60 é que houve uma mudança de mentalidade e essas manifestações passaram a ser vistas como sendo não-patológicas quando vivenciadas dentro de uma religião”.

No próximo número, não perca a entrevista que o cientista brasileiro e doutor em psiquiatria Alexander Moreira de Almeida concedeu ao «Jornal de Espiritismo».

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-se configurando como a mais plausível

Página 64 min

O que se seguiu foi deslumbrante! A cada meia dúzia de minutos saíam das mãos do médium pinturas a óleo que faziam bem justiça às assinaturas que ostentavam: Van Gogh, Miró, Toulouse-Lautrec, Silva Porto (uma estreia), e tantos outros. Impossível fazer de olhos abertos o que Florêncio faz de olhos fechados. Assim o disseram cientistas que assistiram a uma destas sessões, em Portugal.

Ciência e imortalidade da alma

No sábado, outro aprazível dia de Primavera acolheu a continuação das Jornadas. Luís Almeida, na dupla condição de espírita e cientista na área da astrofísica e cosmologia (é investigador da Agência Espacial Europeia), dissertou sobre as Experiências Fora do Corpo. A jovem Cátia Martins, psicóloga de profissão, abordou as Experiências de Quase Morte. Seguiu-se Lígia Almeida, presidente da Associação de Médico-Espírita do Porto (é médica especialista em geriatria, pós-graduada em bioquímica e farmácia).

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ao encerramento das Jornadas

Página 74 min

Além da homenagem ao grande codificador da doutrina espírita, Allan Kardec, este evento promoveu o encontro entre os espíritas e os seus simpatizantes, proporcionando a troca de ideias e conhecimentos. Todos os que participaram saíram mais enriquecidos, motivados a prosseguir, a contribuir e a difundir o pensamento espírita, bem como dar a conhecer a doutrina espírita.

Voltámos a ter connosco o Dr. Sérgio Thiesen num périplo por terras lusas, abrangendo algumas cidades, para apresentação de várias palestras e dois seminários.

Matérias como "Loucura e Obsessão", "Espiritismo e Medicina", "Obra de André Luiz", "Medicina da Alma"', "Reencarnação e Imortalidade", "Espiritismo e Transformações", "O problema do Ser, do Destino e da Dor" e "Toxicomania na Família" foram apresentadas com suporte informático de projecção de slides, de modo simples mas muito competente, cativando os ouvintes e deixando enriquecidas e esclarecidas as assistências.

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ientemente inovadoras e estimulantes para novos modos de pensar e de r

Página 84 min

ientemente inovadoras e estimulantes para novos modos de pensar e de revisão de perspectivas que o realidade complexa exige. A “Cons-Ciências” - a única publicação académica no seu género em Portugaltem um preço de lançamento de que todos podem usufruir.

Pedimos a vossa colaboração para que o seu conteúdo possa vir a despertar curiosidade e adesão noutros círculos de amizade e profissionais e que os textos das comunicações publicadas, “para memória futura”, possam ser partilhadas e difundidas em termos didácticos, científicos e culturais.

Todos os pedidos da “Cons-Ciência” 2005 podem ser solicitados através do e-mail agata&Gufíp.pt ao cuidado de Agata

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so aprender fazendo

Página 94 min

E por isso que todo o processo de educação deve ter espaço para a acção livre, em que o educando produza coisas: pesquisas, debates, relatórios, observações, teatro, textos, multimédia, filmes, obras de arte... seja o que for. Todo o aprendizado deve resultar numa produção. E toda a produção deve ter um elemento estético. Já dizia Platão da identidade ontológica entre o Bem e o Belo. Deve-se habituar a criatura a buscar a perfeição, a beleza, a harmonia em tudo. E da educação mediúnica?

D.I. — Bom, aí, já tenho de quebrar alguns tabus reinantes no movimento espírita (pelo menos no brasileiro). Assim como para o desenvolvimento de qualquer outra pontencialidade do ser, a prática e a liberdade são essenciais e são completamente antipedagógicos os cursos apostilados, com passos iniciáticos.

Em primeiro lugar, a pessoa não se torna médium, ela é médium. Precisa de aprender a controlar o fenómeno, a direccioná-lo para o bem, etc. À educação mediúnica é a aprendizagem teórica e prática de como se conduzir uma mediunidade que Já está à flor da pele. Por isso, é absurdo fazer a pessoa esperar anos, fazendo cursinhos, para só depois poder se exercitar. Nessa altura, a mediunidade já se embotou.

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Página 10

Página 104 min

Sabendo que a educação é o mais poderoso agente do progresso da Humanidade, como vê o actual ensino espírita propalado em nossas associações? D.I. — Ainda muito desfasado, porque em geral segue métodos tradicionais. A Pedagogia Espírita, com os seus princípios e aplicações, deveria em

primeiro lugar ser aplicada nos próprios centros espíritas.

Quer comentar esta sua frase: Espiritismo como Educação?

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ontrou outros sentidos como, vantagem económica ou financeira, desresp

Página 114 min

ontrou outros sentidos como, vantagem económica ou financeira, desrespeito por pessoas e regras impostas, egoísmo exacerbado e ... muito mais ...

Ora, pretender algo melhor para a sua vida e para a dos outros é sentimento nobre, que exige coragem de ouvir críticas, aprender com os erros e aceitar novos pontos de vista. E, na verdade, nada há de errado em ser ambicioso, muito menos em ter “grandes ambições”, quando condicionadas pelo respeito de normas. Estimular a saúde pública e privada, preservar a integridade física e psíquica, respeitar a Natureza e todos os seres que nela habitam ou amealhar bens mínimos imprescindíveis a um viver com dignidade, nada tem de inaceitável.

Entre os bens desejáveis para todos os homens está a propriedade. Poder dispor desse benefício com certa maleabilidade é sinónimo de autonomia que, devidamente controlada, aumenta o sentido de responsabilidade. Allan Kardec, o sintetizador dos ensinamentos espíritas no planeta Azul, assevera que “... a propriedade que resulta do trabalho é um direito natural, tão sagrado quanto o de trabalhar e de viver.

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pode sentir que, logo mais, também ele renascerá para a mesma ventura

Página 124 min

ano pode sentir que, logo mais, também ele renascerá para a mesma ventura. Face a estes pressupostos, mereça o espírita que o seu companheiro de caminho constate a afirmação de Kardec: “reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar as suas más inclinações.”

Assim sendo, só resta redireccionar a ambição no sentido da realização do progresso saudável à alma, tendo em mente a resposta dos Espíritos Superiores à questão n.º 779, de “O Livro dos Espíritos”, que asseguram: “O homem se desenvolve por si mesmo, naturalmente, mas nem todos progridem ao mesmo tempo e da mesma maneira; é então que os mais adiantados ajudam os outros a progredir, pelo contacto social.” E, face às lições do Mestre Amado na conquista do bem proceder, expressas no “Evangelho Segundo o Espiritismo” - cap. XVIII, itens 10, 11 e 12 - jamais se olvide a prerrogativa: “A quem muito foi dado, muito será pedido”.

Texto: Maria Eugénia opinião

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os, que nos dão um panorama histórico do judaísmo primitivo

Página 134 min

As leis morais da Bíblia podem ser resumidas nos Dez Mandamentos. Mas esses mandamentos nada têm de transcendentes. São regras normais de vida para um povo de pastores e agricultores, com pormenores que fazem rir o homem de hoje. Por isso, os mandamentos são hoje apresentados em resumo. O Espírito que ditou essas leis a Moisés, no Sinai, era o guia espiritual da família de Abrão, Isaac e Jacob, mais tarde transformado no Deus de Israel.

Desempenhando uma elevada missão, esse Espírito preparava o povo judeu para o monoteísmo, a crença num só Deus, pois os deuses da Antiguidade eram muitos. O Espiritismo reconhece a acção de Deus na Bíblia, mas não pode admiti-la como a "palavra de Deus".

através dos médiuns, então chamados profetas. O próprio Moisés era um médium, em constante ligação com lave ou Jeová, o deus bíblico, violento e irascível, tão diferente do Deus-pai do Evangelho. Devemos respeitar a Bíblia no seu exacto valor, mas nunca fazer dela um mito, um novo bezerro de ouro. Deus não ditou nem dita livros aos homens.

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em a obrigação de ajudar dentro das suas possibilidades e capacidades

Página 144 min

quer aos outros quer a si mesmo, desenvolvendo a sua inteligência e pondo em prática a sua moral. Até aquele que aparentemente não tem meios físicos ou intelectuais para trabalhar, pode e deve fazê-lo. A deficiência não implica incapacidade, e muito menos para aqueles que “imaginam” a sua inutilidade ou que a inventam.

Já vimos que o trabalho é necessário para a nossa sobrevivência e bem-estar. No entanto, todos nós sentimos também uma incontornável necessidade de repouso. Depois de um dia ou de uma semana de trabalho, o nosso corpo e o nosso cérebro pedem descanso, e vemo-nos obrigados a fazer-lhes a vontade, para recuperarmos energias.

Consultando mais uma vez O Livro dos Espíritos, onde encontramos resposta para tudo, vemos o que nos explica a respeito do repouso. “682. O repouso, sendo uma necessidade após o trabalho, não é também uma lei natural? Sem dúvida. O repouso repara as forças do corpo e é também necessário para dar um pouco mais de liberdade à inteligência, para que se eleve acima da matéria.”

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Página 15

Página 154 min

ai fazer. À todos aqueles que chegam para o atendimento devemos receber com sentimento de fraternidade, com aquela consciência de quem está feliz pela oportunidade que tem de expandir o Espiritismo. Aqueles que não estão familiarizados com a doutrina, principalmente àqueles que vão ao centro ela primeira vez e que o fazem à procura da tal “solução”, devemos sempre fazer uma sintética apresentação do Espiritismo e de como ele nos pode auxiliar, esclarecendo com toda a simplicidade possível os seus pontos-chave.

Quando chegar alguém que já foi atendido noutra casa espírita ou por outro trabalhador da mesma casa, jamais devemos censurar a orientação anterior, mesmo que não tenha sido aquela que nós consideramos a mais adequada, muito menos aquiescer com comentários de julgamento maldizente que possam ser feitos pelo atendido. Devemos limitar-nos a dar a orientação que melhor entendemos para o caso segundo os parâmetros da Doutrina e procedimentos estipulados pela casa onde colaboramos.

de fraternidade e caridade no trato, bem como, a postura que lhe garanta o discernimento necessário ao lúcido esclarecimento/ socorro. Vejamos algumas passagens da obra “ Atendimento Fraterno” do projecto Manoel Philomeno de Miranda: «A capacidade de saber ouvir é valiosa, porque o cliente, normalmente, quer desabafar. Na maioria das vezes, não deseja ouvir resposta, quer desabafar (...) Então, o atendente deve possuir esse tacto psicológico para dar oportunidade ao visitante de libertar-se do conflito.

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ro crer-se que só por meio das comunicações exercem os Espíritos sua i

Página 174 min

ro crer-se que só por meio das comunicações exercem os Espíritos sua influência. Esta influência é de todos os instantes e mesmo os que não se ocupam com os Espíritos, ou até não crêem neles, estão expostos a sofrê-la» Como nos livrar então da má influencia de que possamos ser “vítimas”? Allan Kardec (O Livro do Médiuns): «O melhor meio de expulsar os maus Espíritos consiste em atrair os bons. Atrai, pois, os bons Espíritos, praticando todo o bem que puderdes, e os maus desaparecerão, visto que o

bem e o mal são incompatíveis. Sede sempre bons e somente bons Espíritos tereis junto de vós. Há, no entanto, pessoas muito bondosas que vivem às voltas com as tropelias dos maus Espíritos. Porquê? Se essas pessoas são realmente boas, isso acontece talvez como prova, para lhes exercitar a paciência e concitá-las a se tornarem ainda melhores». Não sigamos então o exemplo que tanto se vê por aí de dizer às pessoas com “tais sinais” que são médiuns e que, por isso, têm que começar já a “trabalhar”, além de podermos estar a dizer uma rande asneira, só vamos perturbá-la ou convencê- %a de que realmente o é, e isso poderá levá-la por caminhos muito pouco seguros; se essa pessoa realmente for médium, antes de ser convidada a participar em reuniões mediúnicas (como infelizmente se faz muito amiúde) deverá passar pelo estudo sério do Espiritismo e reequilibrar-se, o que não se dá da noite para o dia; depois as coisas acontecerão naturalmente com o tempo.

Para além destes assuntos, muitos outros podem ser levados ao Atendimento Fraterno, e para todos eles o atendedor deve ter sempre presente que o objectivo da Doutrina Espírita é erguer, jamais o de contribuir para que se continue numa atitude cómoda, sem esforço de mudança, procedendo com bondade, mas não intimidade, com compreensão, mas não conivência, e com entendimento, mas sem estímulo ao prosseguimento dos comportamentos que conduzam à estagnação.

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eito de atentar contra a vida do seu semelhante, nem de fazer qualquer

Página 184 min

coisa que possa comprometer a sua existência corpórea. Que, ao provocar o aborto, estamos a impedir que o reencarnante passe pelas provas de que o seu corpo seria instrumento e, como consequência, prejudicamos a sua evolução. Ainda aqui não devemos opinar ou julgar, devemos limitar-nos a explicar aquilo que a Doutrina Espírita nos diz a respeito e, sem interferir no livre arbítrio de cada um, dizer à pessoa que o Espírito reencarnante pode ser um seu amigo muito querido, que é sempre Freferível dar para adopção que abortar; que confie nas próprias capacidades e em Deus para superar problemas que tema, como a família, dificuldades económicas, etc.

Quando as pessoas estão indecisas/ desorientadas em relação a alguma resolução importante a tomar, devem ser orientadas no sentido de se harmonizarem antes de tomarem a sua resolução; e nós, se temos algum comentário a fazer ou informação a dar, é sempre o que a Doutrina Espírita explique a respeito. Durante as palestras, a leitura, etc., enquanto nos concentramos em questões elevadas e esclarecedoras, os bons Espíritos aplicam-nos energias saudáveis; esta acção energética dar-lhe-á inspiração e amparo para a mudança do “clima mental”, auxiliando ainda na transformação interior e rearmonização orgânica.

Também devemos ter em atenção aos acompanhantes de quem vem ao atendimento: presenças aparentemente inofensivas podem causar-lhe inibições ou constrangimentos; por outro lado, às vezes o atendido não está em condições de compreender e assimilar a orientação, pelo que, nestes casos, a presença de um acompanhante se torna útil, doutro modo, podemos pedir ao acompanhante para aguardar na sala comum. O Atendimento Fraterno é um acto sigiloso, confidencial.

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Que É o Pdf

Página 194 min

No Jornal de Espiritismo n.º 4 (também oferecido, na versão integral, neste CD) pode consultar um artigo que explica, detalhadamente, como usar e pesquisar os livros em formato electrónico.

Acrónimo da expressão inglesa Portable Document Format. O formato PDF foi desenvolvido pela empresa norte-americana Adobe Corporation. O objectivo que sustentou a criação deste formato foi a fácil transferência de documentos electrónicos entre vários tipos de computadores. O Adobe PDF é um formato de ficheiro universal, que preserva todas as características originais, como os tipos de letra, gráficos, cores, formatações, paginações, etc.

Isto quer dizer que um ficheiro pdf, criado num determinado computador e posteriormente distribuído, vai apresentar sempre as suas características originais, independentemente do tipo computador e sistema operativo usados pelo receptor. O formato PDF permite criar documentos com grandes resoluções gráficas e apresentações complexas, onde se podem incluir hiperlinks, imagens, áudio e vídeo. O software que permite visualizar ficheiros pdf chama-se Adobe Acrobat Reader e é distribuído gratuitamente através da Internet.

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Izzoivlsa

Página 204 min

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esse e de outros filmes podem trazer luz à discussão e acostumar o hom

Página 214 min

esse e de outros filmes podem trazer luz à discussão e acostumar o homem moderno a ver a morte como um fato absolutamente comurm), rotineiro e necessário à trajectória de todos nós.”

E com agrado que vemos que a TCI tem vindo a ser objecto de pesquisa científica. Neste Jornal foram já publicadas diversas entrevistas sobre a temática, nomeadamente com a Dra. Anabela Cardoso, o Dr. David Fontana e os eng.ºs Paolo Presi e Clóvis Nunes. No Brasil refira-se o trabalho desenvolvido por Sónia Rinaldi e o

engº Carlos Luz. Texto: Sílvia Antunes

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era uma raridade bibliográfica, tanto no Brasil como em Portugal, esta

Página 224 min

o, era uma raridade bibliográfica, tanto no Brasil como em Portugal, estava apenas reservada ao conhecimento de alguns privilegiados que a possuíam no original francês, como nos lembra Herculano Pires.Hoje já podemos ler esse monumento do Espiritismo em três boas traduções:

1.ºJúlio Abreu Filhoeditora EDICELSão Paulo, SPdécada de 60 séc. XX; (Fig. 1) 2.ºSalvador Gentileeditora IDEAraras, SP — 1993/2001; (Fig. 2)

3.ºEvandro Noleto Bezerraeditora FEB Rio de Janeiro, RJ - 2004/2005. (Fig. 3) Esta obra deve fazer parte integrante de todas as bibliotecas das Instituições Espíritas, porque são fontes importantíssimas de estudo e consulta para preparação dos mais diversos trabalhos: palestras, artigos, livros. No próximo artigo iremos falar do livro que constitui o Índice Geral Remissivo da Revista Espírita, que constitui uma ferramenta indispensável para rapidamente, localizarmos e consultarmos o artigo, o assunto, a personagem, etc., que necessitamos para estudarmos ou fazermos qualquer trabalho que tenha por base a obra de Kardec e/ou a sua época.

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or de las respuestas de los espíritus que reflejó en los 5 libros que

Página 234 min

forman la revelación espírita. Surge pues de la concordancia de las respuestas de los espíritus obtenidas en diversos lugares, desconocidos unos de otros, y a través de numerosos médiums.

c Por que Allan Kardec utilizó un apodo para escribir la codificación y no utilizo su verdadero nombre?

Allan Kardec era en realidad Hippolyte León Denizard Rivail, un famoso pedagogo francés que fue autor de numerosas obras utilizadas por las universidades francesas, y no quiso que su fama en esta área viniese a confundirse con esta otra obra, lo que le llevó a utilizar este pseudónimo de Allan Kardec, que habia sido el nombre que habia tenido en otra existencia como sacerdote druida.

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